quinta-feira, 5 de junho de 2014

Royals Love_Capítulo 10


Capítulo 10

Ao chegarem do lado de fora, esperaram alguns minutos e Richard apareceu. Ele ia entrar pela frente, mas Genevieve o chamou discretamente. Estranhando aquilo, ele se aproximou e a irmã explicou o que estava acontecendo. Ele sorriu; mesmo casada sua irmã não parava de fazer suas travessuras. Cumprimentou Virginie com um doce beijo nas mãos. Juntos, saíram pela lateral do castelo, indo direto pra charrete. Nina se sentou na frente, Genevieve se sentou atrás, no canto, sua cunhada no meio e seu irmão na ponta. Todos tinham um sorriso travesso nos lábios e logo começaram a viagem até a vila onde seria a festa.

Uma hora depois eles atravessaram a cidade. Logo a vila iluminada apareceu, a música já era escutada ao longe. Nina parou a charrete e desceu, pedindo para que não reparassem nas casas simples. Na verdade, nenhum dos três repararam nas casas ou nas vestes das pessoas, mas sim na humildade e felicidade de cada um. Genevieve e Richard já conhecia aquele tipo de festa, mas para Virginie era um mundo completamente novo, que logo se tornou encantador. Não havia a bajulação e falsidade dos nobres, havia apenas a admiração de um povo que sempre fora acostumado a ser tratado como nada pela nobreza, e que agora estavam sendo tratados de igual para igual pela Rainha e a Princesa de Modrieva.

Logo começaram as danças e Genevieve foi para o meio com todo o povo. Richard riu para a irmã que estava realmente se divertindo como a muito tempo não fazia. Vendo Virginie bater palma e sorri, ele se aproximou e fez uma pequena reverência.
- Será que a senhorita me daria o prazer de desfrutar de sua companhia nessa dança?

- Sim meu caro príncipe, mas... Não sei fazer como eles.. - Disse encabulada se referindo ao modo que os moradores faziam.

- Então, se aventure e venha aprender comigo, minha dama. - ele sorriu e beijou a mão dela, puxando-a para o meio do povo.

Richard a guiou, fazendo-a pular e rodar como todo o pessoal. Virginie ria ao imitar a todos, sentindo-se estranhamente em casa. Nunca havia se divertido tanto! De vez em quando, Richard beijava seu pescoço e dava um discreto beijo em seus lábios no meio da multidão, deixando-a vermelha. Estavam pulando, cantando, dançando e comiam quando dava tempo. Era realmente a melhor festa que ela já havia ido.

Enquanto o trio se divertia a beça, no castelo as coisas não iam bem. Uma das empregadas reais notou a falta das princesas quando foi chama-las para o jantar. Em desespero a mulher avisa o chefe da guarda real que as duas haviam sumido. Imediatamente Bruno foi investigar junto a tropa se alguém tinha alguma informação sobre o desaparecimento das antes que o assunto chegasse ao rei sem um ponto de partida.

Duas horas depois o comandante adentrava a sala de visitas do rei pedindo permissão para falar. Henri parou de conversar com Annemarie e o autorizou perguntou o que queria. O chefe da guarda revela que as princesas tinha fugido e que um de seus homens tinha as vistos sair na charrete de uma das empregadas. O rei o olhou assutado, mas logo ficou furioso e gritou que aquilo não era possível. Bruno confirma a história dizendo que haviam vasculhado todos os arredores de castelo e nada fora encontrado. Irado, Hneri arremessou sua taça vazia de vinho contra a parede e urrou de raiva. Praguejou o nome da irmã e da esposa por o terem desafiado.

Annemarie não moveu um músculo. Apenas continuou tomando o seu vinho enquanto o rei gritava ao chefe da guarda que fosse busca-la onde quer que estivessem, nem que fosse no inferno, mas ela teriam de voltar pra casa naquela mesma noite. Com pressa o homem deixou a sala e em seguida uma tropa com vinte homens saiu em disparada do castelo.

No vilarejo Genevieve, Richard e Virginie conversavam sentados numa mesa com Nina, descansando. Virginie dizia o quanto estava feliz por se divertir com aquela pessoas tão amáveis e calorosas. Agradeceu a cunhada por leva-la a este mundo tão singular que sua realeza a impedia de ver. Richard a abraçou pela cintura e beijou seus cabelos. Estava imensamente feliz pela alegria que sua amada demonstrava. Sorrindo para a irmã também agradeceu por ajudar com as cartas. Disse que sua missão de mensageira do amor estava florindo como a primavera. Genevieve sorriu abertamente segurando a mão do casal. Agradeceu os elogios mas disse sua felicidade maior era vê-los felizes, como estava presenciando e no que dependesse dela, em breve o casal não tardaria a subir no altar.

Todos sorriram num clima agradável daquela noite bonita. Quando ainda conversavam um menininho chega correndo a mesa esbaforido dizendo que o cavaleiros do rei estavam chegando. Virginie sente o sangue sumir das veias e olha para a cunhada com pavor. Genevieve numa fração de segundos pensa no que fazer. Mandou o irmão sair dali às pressas para preserva-lo e pediu que Nina também saísse. A criada imediatamente a obedeceu. Richard com sua alma guerreira não queria fugir, dizia que iria protege-las da ira do rei. Virginie entrou em pavor. Ela sabia como os cavaleiros do castelo eram impiedosos. Então suplicante ela segurou o rosto do amado em suas mão implorando que fosse embora dali. Prometeu que ficaria e em breve receberia uma carta confirmando isto. Richard insistia que não, mas Virginie como último apelo e lágrimas nos olhos o beijou apaixonada e o mandou ir antes que fosse tarde.

Sendo assim Richard com o coração aflito deu um beijo no rosto de sua irmã e rapidamente beijou sua amada e se foi.

A tropa entra no vilarejo fazendo um estardalhaço pergunto a todos que encontram onde estariam a esposa do rei e sua irmã. O povo se mantém em silêncio para protegê-las. Virginie observa de longe extasiada. Ninguém as entregou, nem sob ameaças de ataque. Genevieve olhou aquilo sentindo o sangue ferver. Seu marido também não perdia por esperar quando chegasse de volta ao castelo. Tomada imensa coragem ela gritou em alta voz que estavam ali. Virginie empalideceu sentindo as pernas fracas. A cunhada pegou sua mão e sussurrou que se mantivesse firme. A princesa assentiu e as duas saíram andando entre as pessoas até chegarem perto dos cavaleiros do rei.

Rapidamente ela foram colocadas nos cavalos e levadas de volta ao castelo. De seu esconderijo Nina olhou a cena e rezou pelas princesas pedindo ao Criador que as protegesse da ira de Henri.
Horas depois quando já era bem tarde a tropa chega ao castelo. Henri olhava sem para pela janela esperando ansioso o mundo que pudesse jogar toda sua raiva sobre elas.

Acompanhadas por guardas as duas entram na sala real. Annemarie já havia se recolhido para o quarto. Os guardas recebem um sinal do rei e saem no mesmo instante. Virginie tinha a cabeça baixa e as mãos juntas a frente do corpo. Estava trêmula até os ossos pensando no que seu irmão faria a ela naquela noite. Genevieve tinha a cabeça erguida e o olhar firme. Em sua face não tinha lugar para medo. Muito menos medo os próprio marido.

Em silêncio Henri olhou para ela durante vários minutos. Seus olhos eram sombrios e davam arrepios a quem os visse. Colocando as mão para trás ele se aproximou dela e continuou caminhando em volta delas fazendo um círculo iniciou o seu discurso:

- Ora, ora, ora... As duas princesas fugindo do castelo... Depois do nariz do rei... - dizia com frieza. - Aposto que não imaginaram que fossem descobertas. Não! Mas é claro que não imaginaram... Pois, são tolas demais pra isso. Uma vive fantasiando o mundo dos livros... - disse num tom irônico. - E a outra, acha que é a protetora dos oprimidos.... - Fazendo um som negativo com a boca se pôs a frente delas para olha-las. - Levante o rosto Virginie, exige que mantenha o queixo erguido enquanto falo. - A moça simplesmente o obedece com os olhos marejados. - E você minha linda e adorada esposa... Por que saiu sem minha permissão, hum? Acaso achou que eu não ficaria zangado por uma pequena fuga? Vamos responda? - Disse alto a ultima pergunta.

- Primeiramente, meu querido e adorado marido, gritar não vai fazer que com fique assustador à meus olhos. Segundo, peço que pare com essas ofensas toscas, pois pra quem se diz completamente adulto para resolver seus problemas, ofender sua própria irmã e esposa é um tanto infantil. Por último, peço que deixe Virginie ir para seus aposentos. A ideia de ir a festa fora minha, ela não tem que pagar por algo que eu a induzi a fazer. - ela diz, sem se mostrar abalada.

- Não faça isso Genevieve, por favor... - Virginie murmurou preocupada.

- Aha! Então a ideia foi sua.... - Henri repetiu com sorriso amargo. - Que bom, minha esposa deste modo descubro exatamente com quem me casei. - Ele diz dentre dentes.

- Pois eu digo o mesmo, meu querido. - ela sorriu sem humor. - Não precisa se preocupar, Virginie. Quero apenas que sonhe com a noite maravilhosa que teve hoje. - ela disse docemente, virando-se para cunhada.

Virginie a abraçou forte.

- Obrigada por tudo minha cunhada e tome cuidado, por favor. - Ela sussurra no ouvido de Genevieve.

- Está tudo bem, não se preocupe. Sonhe com meu irmão. - ela sussurrou ao ouvido da cunhada e sorriu, se afastando. - Agora vá.

Ela sorriu levemente saindo da sala. Henri olhou a cena e cruzou os braços.

- Além de cometer esta loucura, presencio que minha irmã dá mais atenção a minha esposa do que a mim que tenho o mesmo sangue correndo nas veias.

- Talvez porque ela veja que eu sou bem mais sensata que você, que a julga por ter como única diversão os velhos livros daquela imensa biblioteca. - ela diz, séria.

- Eu julgo? O culpado agora sou eu? Ah Genevieve... - disse e sai andando na direção da escadaria.

- Você arruma um escândalo, estraga a festa dos outros com aquela sua tropa ridícula e agora vai deixar falando sozinha? Nada disso, Henri! - ela diz andando atrás dele, seguindo-o até o quarto.

O rei escutava a esposa falar durante todo o caminho até o quarto. Ele se mantém em silêncio o tempo todo. Depois que entraram no quarto ele começou a se despir para vestir ao mais confortável. Genevieve o seguia continuando o seu enorme discurso de como ele deveria agir... O quanto estava irritada com a presença daquela dançarina leviana que sem autorização ele pôs dentro de casa e etc. Henri ouviu até quando sua paciência se esgotou e tomando a esposa pela cintura a colocou contra a parede a pressionando com o seu corpo.

- Será que minha esposa não consegue se calar um instante? Vais me enlouquecer se continuar assim, Genevieve! - Ele disse bufando e olhando dentro dos olhos dela.

- Pois eu aprendi com você, que também não sabe se calar nem por um instante e usa sua inteligência de forma limitada! - ela diz, acida.
Ele respira fundo e segura firme o queixo dela com a mão.

- É enlouquecedor o que você faz comigo, minha esposa... Quanto mais deixa-me irritado, mais ainda quero tê-la... - Ele murmura com o rosto colado ao dela.

Genevieve respirava fundo sem saber qual a próxima reação dele, mas ela permanece impassível.

- É mesmo? Pensei que a dançarina o interessasse mais, fiz até um favor em deixa-los sozinhos!

Henri fechou os olhos e respirou profundamente. Quando os abriu novamente estavam queimando de desejo. As mãos dele desceram lentamente até as costas da esposa.
- Você acha que sinto mais atração por ela do que por você não é? - disse rouco puxando as fitas do vestido com força até estourar-los em sua terminações. - Pois então vou mostrar o quanto estas enganada, minha rainha. - Falou vendo a esposa o olhar fixamente.

A virando de costas pra ele terminou de puxar as fitas e arrancar-lhe o pesado vestido. A puxou pela cintura tomando para si os seus lábios macios e rosados. Genevieve não relutou contra, pois gostava dele assim, irritado e voraz. Quando se afastou dela a pegou no colo indo até a cama e a jogou ali. Terminou de despi-la com urgência e fez o mesmo consigo. Com a respiração curta pelo estresse daquela noite voltou a beija-la não perdendo a oportunidade de em seu ponto mais fraco. A princesa gemeu alto quando ele sugou seus enquanto a manipulava em sua intimidade. Henri agora cola os lábios no ouvido dela:

- Por que fugiu de mim, minha princesa? Existe outro melhor que o vosso rei? - ele pergunta colocando facilmente dois dedos dentro dela.

- Não sei, nunca estive com outro. - ela geme, sem querer dar o braço a torcer

- Então diga-me o que foi fazer longe de mim.... Vamos diga? - ele insiste movendo os dedos mais fundo e dando mordidas no lóbulo da orelha dela.

- Eu fui dançar, Henri... Me divertir... - ofegou, movendo os quadris de encontro a ele.

- Hum... Dançar... - ele repetiu - Quero que dance pra mim, minha esposa. Venha, dance sobre mim, vamos... - ele ordenou mudando as posições, deixando-a por cima do seu corpo.

- O que? Henri, eu não sei fazer isso... - murmurou, perdida

- Oh minha amada esposa não sabe dançar... - falou fingindo pena - Pois bem, vou ensina-la apenas uma vez. Preste atenção, pois essa não será a primeira.

Ele disse pegando a esposa pela cintura. Se deitou direito na cama alinhando os corpos. A penetrou até no fundo e voltou. Repetiu isso algumas vezes vendo a esposa fechar os olhos aproveitando a situação.

- Abra os olhos Genevieve. Quero que me olhe enquanto dança. - disse rouco de desejo.

Ela volta a colocar atenção nele mirando seus lindos olhos azuis. Suas pupilas estavam dilatadas de profunda excitação. Segurando a cintura dela moveu seu membro dentro da esposa até tocar faze-la o sentir em seu ventre. Ela começa a gemer novamente e Henri exige que preste atenção no passo seguinte. Com as mãos sobre o quadril fez com que rebolasse sobre ele. Quando mais ela se mexia nele mais sentia o aperto daquelas mãos grandes e fortes. Em pouco tempo Genevieve pegou o ritmo e sozinha começou a fazer o marido ir a loucura. O rei se viu vulnerável abaixo de sua mulher. Ela se movia tão bem... Ah... como ele chamou seu nome a invadindo com mais força.

A futura rainha vai se entregando a pressão daquele sexo tão maravilhoso e voraz. Henri então segura a esposa e inclina o corpo para sentar-se na cama com ela sobre ele. A manobra da certo e agora ela se entregaria de vez. Ele toma os lábios dela num beijo cheio de paixão, abraçou o seu corpo investiu fundo as últimas forças que lhe restavam. Os dois gritaram de prazer quando a explosão veio. Transpirando e trêmulos os dois se beijam carinhosamente e ofegantes se deitam um sobre o outro para descansar.

Continua...

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