quarta-feira, 1 de outubro de 2014

***Capítulo Final*** Green Light [+18]


** Capítulo Final **


Uma semana e meia depois, os casais estavam desembarcando novamente em Miami. Com poucas perdas nos cassinos, agora os garotos tinha uma enorme quantia para enfim conseguirem comprar as ações da empresa que estava a venda. Quando chegou a noite do leilão, eles sabiam que a sorte deles estavam em jogo. Lances altos foram dados, mas felizmente eles tinham dinheiro suficiente para cobrir todas elas. No final da noite, 85% das ações eram deles e se tornaram donos da empresa automobilística.

Agora donos da Rowsen Motors, os jovens sonham com um futuro promissor ao lado de suas esposas e o bebê que Mabelle carregava em seu ventre. Cinco meses após muito trabalho de dedicação Gregory e Leonardo começam a sentir a estabilidade da empresa. Contrataram funcionários gabaritados para desenvolverem projetos de tunning em carros de corrida e luxo importados. Sua experiência com as corridas ilegais o ajudou mudou a fazer contados e conseguir alguns patrocínios. A notícia de sucesso da empresa começa a correr na mídia chegam até os olhos curiosos de investidores internacionais.

A gravidez da francesinha iam muito bem e saudável. A brincadeira que Leonardo tanto dizia ao melhor amigo se fez verdade. Eles esperavam um menina e Mabelle disse logo que seu nome seria Sophie Baker Tissout. Rose praticamente surtou desde que soube que o bebê era menina. Animados com a sobrinha, ela e Leonardo começam a mima-la desde o ventre comprando muitas roupinhas fofas e brinquedos. Gregory tentava dizer que não queria a filha tão mimada, mas não adiantava, os tios corujas babavam demais na pequenina. O nascimento dela foi numa noite de sexta feira quando os quatros jantavam num restaurante para comemorar mais um patrocínio que a “Baker & Sawyer Tuning” recebia.

Apressados pagaram a conta e saíram direto para o hospital. Mabelle fazia mil caretas no banco de trás com Gregory, segurando sua mão dizendo que ficaria tudo bem, pois estavam juntos. O atendimento é rápido e a bolsa estoura assim que dão entrada no pronto socorro. Rapidamente Mabelle é levada para a sala de parto e Gregory a segue com os enfermeiros. Leonardo e Rose ficam na sala de espera torcendo por elas pedindo a Deus que tudo corresse bem.

Três horas depois a enfermeira chama o casal na sala de espera. Os pais do bebê esperavam por eles no quarto.

Eles seguiram ansiosos até o quarto. Ao entrarem dão de cara com a cena mais linda que tinha visto na vida até ali. Gregory e Mabelle acariciam sua filhinha tão pequena envolta num cobertor rosa claro e fita rosa choque. Presente da tia Rose, claro! Babando mais que antes, o casal se aproxima deles e dá os parabéns pelo bebê. Rose mal conteve as lágrimas quando a pegou no colo e a pequena os olhou correspondendo as gracinhas que Leonardo fazia com um sorriso gracioso.

Eles brincam com Sophie até a enfermeira entrar para ajudar Mabelle com a primeira mamada. Gregory não podia estar mais feliz. Suas vidas estavam se encaminhando. A empresa seguia a todo vapor. Ele e Mabelle tinham sua própria casa e um lindo quarto de bebê. Chamando o irmão num canto Rose disse que ia ligar para os pais e informar o nascimento da criança. Gregory suspira pesado e Rose usa do estudo em psicologia e seu amor de irmã para convencê-lo de que aquilo tinha que acabar. Tudo que Gregory queria provar já estava mais que feito. O que ele queria mais? Sendo assim ele se dá por vencido permitindo que a irmã divulgue o nascimento da herdeira ao Sr. e Sra. Baker.

Elisabeth dá um grito ao telefone ao saber que Sophie estava no mundo e era uma garotinha muito sorridente como a mãe. Emocionada ela pede para falar com Mabelle e o filho. Mabelle agradece aos milhões de congratulações que recebeu da sogra e todo o apoio citado por ela ao telefone. Elas se sentiam muito à vontade uma com a outra e se tratavam quase como mãe e filha. E falando em filho, Gregory pega o telefone assim que a esposa se despede de sua mãe. Lizzie estava aos prantos de emoção, nunca se vira uma avó tão derretida como ela. Desejando as melhores coisas do mundo agradeceu ao filho por essa presente tão lindo, uma netinha. Gregory com seu jeito metido a durão não pode resistir a emoção da mãe e também se derreteu ao falar da filha. Agora sim ele entendia todo aquele papo de “quando você for pai, você vai saber do que estou falando”. Realmente, ser pai fazia toda a diferença na vida dele.

Quatro meses após o nascimento de Sophie Gregory não podia mais enrolar em levar a filha para conhecer os avós paternos. Os pais de Mabelle disseram que no mês seguinte viriam para conhecê-la. Todos os cercaram pra isso e sem poder mais se esconder marcou uma visita para o domingo.

Ao chegar o fim de semana, todos se reúnem na casa dos Baker. Rose e Leonardo chegam primeiro, mas não tarda muito para que Gregory chegue com suas lindas mulheres. Sophie estava muito fofa e grandinha. Elisabeth seguiu ansiosa até o casal e abraçou Gregory dizendo:


- Oh meu filho, que bom que você veio! Senti tanto a sua falta de vocês... - ela o beijou no rosto e o segurou entre as mãos.

- Também senti muita saudade, mãe, mas era preciso. - ele disse olhando pra ela com carinho.

- Eu sei meu bem, a mamãe entende. - Lizzie sorri de leve, se virando para Mabelle - Deus do céu, como você está linda Mabelle, nem parece que acabou de ter uma criança! E essa princesa da vovó está dormindo? -ela disse olhando a bebê no colo da mãe.

- Obrigada, Lizzie. Ela pegou no sono no caminho pra cá, mas logo acorda. Ela não é muito de dormir durante o dia. - ela disse, sorrindo e dando um beijo no rosto da sogra. - Como você está?

- Agora estou ótima, meus filhos todos estão em casa. Eu não podia estar melhor! - Ela responde com um enorme sorriso no rosto.

- Oh mãe, a comida está pronta? É que meu estômago está revirando de fome... - rose pergunta parecendo uma garotinha.

- Claro minha menina, Leila está terminando de por a mesa. - A mãe responde.

- Aff, é só chegar na casa da mãe que a Rose fica com cinco anos de idade. - Gregory a provoca rindo.

- Ha ha! E você fica chato pra caramba, seu bobo. - ela disse e logo mostrou a língua pra ele.

- Ahhh.... Como senti falta disso... - Lizzie falou e beijou a cada um dos filhos. - Vamos lá meus amores. Hoje vamos comer no jardim porque seu pai está fazendo churrasco.

- O papai fazendo churrasco? - Greg repete incrédulo.

- Sim, Greg seu pai tem tido algumas mudanças de uns tempos pra cá. E vocês tiveram boa parte nisso graças a coragem que tiveram. - ela disse olhando a cada um. - Mas vamos lá, os aperitivos estão prontos.

Gregory olhou pra Rose e ela sorriu dando os ombros. Estavam curiosos para descobrir o quanto o Sr. Baker tinha mudado. Seguindo Elisabeth até o jardim cumprimentaram Leila e a moça que a auxiliava. Mark ouve a esposa o chamar. Ele sai da churrasqueira deixando um empregado em seu lugar. Cauteloso, chegou a mesa com um sorriso tímido começando a cumprimenta-los:

- Olá, pessoal... Como vocês estão? - ele perguntou sem jeito, colocando a mão no bolso

Todos se olham discretamente e param em Gregory. Rose o cutuca por baixo da mesa depois de três segundo no silencio total.

- Estamos pai... Trouxe Sophie para o senhor conhecê-la. - Greg disse sem sorrisos.

Para quebrar o clima gélido Rose acrescenta:

- Ela é uma princesa papai, venha ver... Ela disse apontando para o carrinho onde a bebê dormia serena.

Mark assentiu e se aproximou do carrinho que estava ao lado de Mabelle. Ele sorriu ao vê a neta ressonando tranquila, com os cabelos ruivos cobrindo sua cabecinha.

- Ela se parece tanto com vocês dois. - ele murmurou, emocionado. - É linda, muito linda! Parabéns meu filho.

- Obrigado, pai. - ele responde assentindo.

Mark engoliu em seco, percebendo como seu filho estava distante. Mas sabia que não poderia reclamar; ele tinha feio aquilo acontecer.

- Eu... Quero muito me desculpar com vocês, meus filhos. - ele disse, voltando seu olhar para os dois. - Principalmente com você, Greg. Durante todo esse tempo em que vocês estiveram longe, eu percebi como fui errado ao fazer tudo o que fiz. Eu não deveria ter colocado vocês pra fora de casa, vocês são meus únicos filhos e eu fiz uma merda dessas... Eu sei que é difícil, mas peço que me perdoem. Por favor.

Olha Rose olha para o pai com compaixão. Ele estava sendo sincero, dava pra ver em seus olhos.

- Ah pai... Foi difícil pra todos nós, mas estamos bem agora. - Rose disse sorrindo docemente - Estamos juntos de novo, hã? Podemos recomeçar e eu o perdoou.

Gregory se mantém em silencio por alguns segundos. Todos tinham a atenção nele.

- Greg... - Mabelle pegou na mão dele e disse apenas para ele ouvir. - Não prolongue esse sofrimento, mon cher. Eu sei que você ainda está magoado, mas perdoar não é esquecer, perdoar é afastar a dor. Seu pai está arrependido... Dê uma chance a ele. Temos uma filha agora e o que menos precisamos é ficar longe da sua família. - ela olhou pra ele. - Perdoe seu pai, mon ange.

Greg beija a mão da esposa e assente com a cabeça, mostrando que ia falar naquele momento.

- Pra mim não foi tão simples assim como a Rose disse, pai. Eu sofri pra caralho! Quando pensei que seria mais fácil equilibrar as coisas, minha doce Sophie chegou e... Agradeço a Deus por ela e Mabelle estarem do meu lado junto com a Rose e o Leo. Eles foram minha força quando estava sozinho. Desculpa, por não me comunicar mais mãe.. Eu não tinha condições. - ele disse olhando pra ela e recebeu um aceno de cabeça, da parte dela - Portanto, Sr. Baker... Pai... Eu digo pro senhor que hoje sou um homem melhor, graças a tudo que passei. Foi realmente uma merda tudo isso, mas serviu de lição pra todo mundo, eu acho. Principalmente, pra mim por que.... Eu cresci e provei a mim mesmo que sou capaz. É isso. - ele finaliza.

- Sim, você é capaz, Gregory. Eu vi isso e percebi que estava vendo meu filho crescer longe de mim. Não sabe como isso me machucou, mas eu sei que a culpa é minha. Eu fui um idiota e magoei você. - ele disse, sentindo a garganta se apertar. - Mas quero que saiba, meu filho, que eu sinto muito orgulho do homem que você se tornou em tão pouco tempo. Hoje você tem uma família linda e é dono de uma empresa grande junto com o seu amigo. Um pai não poderia estar mais orgulhoso. Eu tenho muito, muito orgulho de falar que sou seu pai.

Gregory sente a garganta apertar e o sente sentimento de perdão brotar dentro do peito. Seus olhos estavam molhados por causa das palavras do pai. Elisabeth tinha os olhos marejados e Rose e Mabelle se seguravam para não desabar. Leonardo deu sorriso discreto e gesticulou com a cabeça pedindo para o amigo seguir em frente. Greg assente e se levanta. Segui na direção do pai e o abraça forte.

- Está tudo bem pai, esquece isso tá. Já foi. - ele disse no ouvido dele.

- Ah... Obrigado, meu filho e me perdoe mais uma vez! - ele disse, abraçando o filho com força.

- Tudo certo velhote, eu perdoou você. Tá bom assim? - Disse abrindo um sorriso batendo três vezes nas costas de Mark. - Eu amo você pai.

- Eu te amo muito mais, meu filho. E obrigado por ter me dado um presente tão lindo. - ele disse sorrindo e olhando pra neta no colo da esposa Lizzie.


- É mais uma Baker pra nos tirar o juízo. - Greg riu - Só falta o Leo arrumar o dele, né Leo?

- Tudo tem sua hora, cara... Quando você piscar os olhos, nosso bebê vai estar correndo junto com Sophie. Não é mesmo, baby?

- É sim amor e agora com a Sophie aqui, fiquei até mais animada sabia? - ela sorri pro esposo e pisca só pra ele ver.

- Então temos que praticar, baby... ele sussurrou no ouvido dela.

- Vocês têm mesmo que me dar um neto, já que se casaram sem a minha permissão! - Mark disse, rindo no final.

- Isso mesmo meu bem, queremos mais crianças nessa casa, viu? - Lizzie fala para a filha e seu marido.

- Tudo bem mãe, vamos providenciar. - Rose fala sorrindo - E cadê o almoço, gente? Estou ficando faminta.

Lizzie sorriu e chamou Leila, pedindo para que servisse o almoço.

A refeição é feita em meio a muito conversa. Enfim voltaram a ser uma família feliz, como sempre foram. Contavam novidades sobre a empresa e a viagem doida que fizeram as Las Vegas, tudo em meio a risada. Logo a sobremesa é servida e Elizabeth olha pra filha, sorrindo:

- Rose, fiz sua sobremesa favorita, meu anjo... Mousse de chocolate meio amargo com chantilly. - ela diz, sorrindo.

- OH MEU D.E.U.S... Mãe eu te amo! Cadê cadê cadê? - disse sorrindo empolgada.

- Leila, pode trazer a sobremesa por favor? - Lizzie pediu, vendo a empregada sumir de suas vistas. - Espero que todos vocês gostem, queridos.

- Eu amo esse mousse!! Ai que delicia! - Rose comentou.

- Vai comer até morrer agora, né Rose? - Greg fala rindo.

- Vou sim Greg... - ela responde quase salivando ao ver a empregada voltar com as sobremesas na bandeja. - Ah Leilinha meu amor, vem cá com essa bandeja, por favor...

Leila riu entregando o doce dela primeiro em seguida serviu os outros. Todos se deliciam com a sobremesa. Rose comia com muito gosto, mas quando estava no final da segunda tacinha de mousse sentiu um arrepio percorrer sua espinha e o estômago revirou junto. Ela coloca a mão sobre a boca e fecha os olhos respirando fundo. Sua boca salivava de enjoou.

- Ah meu Deus... - ela murmura tentando respirar fundo, devagar.

- O que houve, amor? Esta se sentindo mal?

- Sim... Acho que vou.. - ela sente o enjoou apertar a garganta. - Eu tenho que correr... - ela disse saindo da mesa às pressas.

- Filha, o que houve? - Elisabeth pergunta ao ver a filha sair da mesa tão rápido.

- Rose! - Leonardo se levantou e saiu correndo atrás dela, preocupado.

- Dieu! Acho que algo não fez bem pra ela. - Mabelle disse, preocupada

- Rose sempre exagera quando tem mousse. - Greg disse balançando a cabeça.

Leonardo deixou todos para trás e foi atrás da esposa. A encontrou no banheiro, colocando tudo para fora. Com cuidado, ele segurou os cabelos dela. Quando ela enfim terminou, ele a abraçou com cuidado.

- O que você tem, meu anjo? Quer ir ao médico? Estou preocupado com você, Rose.

- Eu não sei o que aconteceu... Acho que comi rápido demais... - murmurou baixo.

- Você quer se deitar? Vou pedir pra sua mãe fazer um daqueles chás milagrosos que só ela sabe fazer, hm? - ele beijou a testa dela.

- Quero... - sussurrou, sentindo o estômago doer como se tivesse levado um soco. - Amor, eu preciso de falar uma coisa... É que faz alguns dias que minhas regras não vem... - ela disse tímida. - E depois do que aconteceu agora, estou com medo...

Leonardo ficou um tempo em silêncio, começando a entender onde ela queria chegar. Um sorriso nasceu em seu rosto.

- Você quer dizer que... Acha que está grávida?

- Hurum... - Rose assentiu. - Bom, eu queria ter certeza primeiro, mas depois disso, acho que chegou nossa vez... - ela morde o lábio encolhendo os ombros.

- Baby.... Isso é maravilhoso! - ele sorriu e pegou o rosto dela em suas mãos. - Se for mesmo verdade... Eu estou tão feliz, Rose! Um bebê... Nosso bebê... - ele tocou de leve na barriga dela.

- Adorei ouvir "nosso bebê" sair da sua boca, amor. - ela sorri acariciando a mão dele. - Te amo, baby.

- Eu também te amo muito, meu anjo... E seremos muito felizes, pode ter certeza - ele sorriu, beijando-a na testa em seguida e a abraçou forte se sentindo o homem mais completo do mundo.

Quatro anos depois...

Leonardo e Gregory estavam sentados no jardim da casa dos pais de Mabelle, na França. Observavam Sophie e Katie correndo junto a Rose, aproveitando o sol fraco, típico da Europa.

{ Sophie brincando Katie } 

Aa merecidas ferias haviam chegado para todos eles. Gregory e Leonardo fizeram a empresa crescer, ao ponto de abrirem uma filial em Londres. Depois do nascimento de Katie, Rose finalizou a faculdade e abriu um consultório, tornando-se uma das psicólogas mais conceituada dos EUA, chegando até mesmo a publicar livros românticos, onde o tema principal era a psicologia humana.

Mabelle abriu um ateliê e sua grife atendia a mais alta classe da América e da Europa. Suas roupas eram elogiadas pela crítica e usadas por artistas conceituados.

Agora, grávida de um menino, ela sorria sentada ao lado do marido. A vida de todos eles haviam mudado... Tudo começou por causa de suas férias, e nenhum dos quatro poderiam imaginar que um dia estariam assim, vivendo como uma grande e unida família. O amor havia juntado os casais, mas também havia estreitado laços de amizades, que o tempo jamais conseguiria acabar.




The End.


Obrigada a todos que acompanharam esta linda estória de amor. Nós, as autoras a fizemos pensando em cada um de vocês, podem acreditar! Foi uma deliciosa aventura que nunca vamos esquecer. Gregory, Mabelle, Leonardo e Rose ficaram marcados pra sempre em nossa memória. 
Beijos carinhosos em seus corações e até a próxima ;)


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Cap23_Green Light [+18]



Capítulo 23

Antes de entrarem, Gregory abriu a porta e pegando Mabelle no colo, entraram e ele fecha a porta com o pé. Ela sorria quando chegaram ao dormitório e ela sorria.

- Agora estamos a sós, minha mulher linda e meu neném que eu já amo tanto... – Ele disse a abraçando pela cintura. – Ansiosa?

- Ansiosa e feliz. - ela sorriu pra ele. - E você?

- Louco pra ter você, mon cher... Você está tão gostosa.. - disse beijando o pescoço dela.

- Hm... Você também esta muito gostoso, mon amour... - ela sussurrou pra ele. - Também te quero muito.

- Então vamos resolver isso agora mesmo... - ele disse começando a se despir.

Tirou o paletó, camisa e o cinto arremessando-os ao chão. Entre beijos despiu o vestido da esposa com cuidado deixando a lingerie. Pegou a mão dela a levou até a cama. A deitou sobre o colchão e beijou seus lábios com amor, e logo desceu para o colo.

- Você é muita linda amor.... - sussurrou rouco contra sua pele.

Suas mãos se encaminham as costas abrindo o fecho do sutiã. O atirando no chão suspirou vendo que estavam maiores a cada mês, devido a gravidez. Se aproximando deles e os beijou sugando os mamilos fazendo a francesinha arfar desejosa. A corrente que passava pela corpo desceu até sua intimidade assim que foi tocada. Oh sim, que sensação maravilhosa quando a tocou circundando seu ponto frágil. Gemendo baixo ela pedia por mais. Gregory sorri e faz uma pequena pausa.

- Eu volto já amor, não sai daqui.. - ele diz dando um selinho nela.
Gregory deixa a esposa ofegante sobre a cama e volta instantes depois com três rosas nas mãos. Mabelle reconhece na hora. Aquelas rosas estavam num belo vaso da sala. Ela sorri vem que o marido ia aprontar com aquilo. Ele se aproxima e fica de joelhos ao lado dela na cama.

- Amor... Essas rosas são pra você.. - ele disse. - Mas não vou te dar elas agora, tá? Antes vou fazer uma coisa com elas você deixa?

- Fazer o que? - ela pergunta, arqueando uma sobrancelha

- Quer te vendar e se você deixar, te prender na cama... - ele disse com cara de menino pidão

- Eu deixo... Mas você não vai mesmo me contar o que vai fazer, mon cher?

- Não... Tem que ser surpresa, senão perde a graça, mon amour. Você vai gostar não se preocupa. - ele sorriu.

Ele deixa as flores sobre a cama e sai novamente. Vai ao armário e pega duas gravatas, uma preta e uma azul escuro. Voltou para a casa e beijou a esposa com carinho. Pegou seus pulsos com delicadeza e amarrou no encosto de madeira. Ansiosa ela sorriu.

- Agora vou fechar seus olhinhos princesa.. - ele disse segurando a gravata preta na mão - Tchauzinho... - Riu escutando ela murmurar o quanto ele era malvado.

- Está vendo alguma coisa, amor? Quantos dedos tem aqui? - Perguntou pondo os dedos diante dela.

- Eu não sei... Não consigo ver nada, amor. - ela diz e sorri no final. - Isso não é justo.

- Não sou não, mon cher... Vamos nos divertir um pouquinho, hm.. Viu? Confia em mim. - A beijou a cada frase.

- Eu confio, mon cher... - ela sussurrou.

Dando mais um beijo nela iniciou sua ideia. Terminou de despir a esposa e se despiu quase completamente, ficando apenas de cueca box branca.

Com as mãos afastou as pernas dela e se pôs entre elas. Inclinou o corpo sobre o dela voltando a lhe beijar os seios e suga-los ouvindo-a gemer baixo. Com um sorriso nos lábios pegou as rosas e começou a passar as pétalas no corpo dela com muita leveza, descendo e subindo. As flores exalam um aroma gostoso conforme se movimento. Passou em cada bochecha e desceu fazendo um "s" até a intimidade.

- Está bom assim, mon cher? - perguntou ele.

- Sim... Você está me enlouquecendo... - ela gemeu. Só não me mate. - ela sorriu no final.

- Que bom... Agora vem a melhor parte... - ele sorriu de lado.

- O que vai fazer?

- Vou te excitar com a flor, meu bem.- diz passando a flor bem perto do rosto dela. - Eu posso?

- Sim... Só não me mate. - ela sorriu no final.

- Não vou prometer nada, minha bela esposa.. - ele sorriu voltando a intimidade.

Ficando apenas com uma flor na mão Gregory passou ali. Subindo e descendo assim como fez no tronco. Elevando o nível da carícia ele se aproxima dando um beijo e depois outro e outro. A tocou com os dedos manipulando o clitóris enquanto a beijava e lambia nos ligares certos. Mabelle não exita em gemer pra ele. Sabia que Gregory adorava ouvi-la, era um incentivo muito precioso.

- Isso amor... Continua falando comigo, vai... - ele sussurra.

- Oh Greg... Eu estou quase lá... - ela gemeu, tocando a cabeça dele.

- Então... Goza pra mim amor.... - dando um beijo carinhoso na barriga dela.

Não dando chance de resposta ele aumenta as carícias e o movimento. Ela geme cada vez mais alto. Para ajuda-la Greg a mordiscou de leve e colocou dois dedos dentro dela movendo rápido a fazendo explodir de uma vez.

Após a o gozo intenso da esposa ele tira a venda dos olhos dela.

- Você está bem, meu amor? - perguntou carinhoso.

- Ao mesmo tempo que você é um cara mal, você é ótimo nisso... - ela sorriu pra ele. - Eu estou muito bem, mon cher.

- Obrigada amor, mas sou bom por sua causa... Minha esposa me inspira muito sabe... - ele sorriu

- Meu esposo também me inspira muito, todo... Gostoso desse jeito. - ela mordeu o lábio de leve, passando a ponta dos dedos pelo rosto dele. - Je'taime, mon cherry.

- Te amo mais, minha gostosa. - ele sorriu e a beijou - Pronta pra fase dois?

- Prontissíma!

- Então... Você pode me dar uma ajudinha? - ele ergue uma sobrancelha e olha na direção da cueca.

Mabelle sorriu e se ajoelhou na cama. Puxou a cueca dele devagar, até deixá-lo nu.

- Quer que eu faça só isso... Meu marido?

- Faça o que quiser, minha linda esposa... Sou todo seu. - ele disse um um sorriso sedutor.

- Tudo bem...

Mabelle começou a tocá-lo devagar, vendo-o jogar a cabeça pra trás e geme seu nome baixinho. Vendo-o daquele jeito e ouvindo seus gemidos, ela se sentiu excitada e pronta pra ele novamente. Tocou-o mais rápido, e quando sentiu que ele poderia gozar, ela desacelerou, e moveu a mão devagar, vendo-o morder o lábio. Se aproximou dele e o beijou com força.

- Eu quero você dentro de mim, amor.. - ela murmurou entre os lábios dele.

- Eu também te quero, gostosa... - ele disse logo se deitando na cama. - Vem amor, quero você no comando agora... - Disse olhando pra ela com chamas nos olhos.

Pondo a esposa sobre si, Gregory a penetrou com cuidado. Porém, quando Mabelle estava nele, ela se apoia no peito do marido e começou a mover o quadril pra frente. Ele arfa segurando a cintura dela. Num ritmo bom e sem pausas o casal se ama como nunca. Pondo mais fundo ele a invadiu segurando a cintura da esposa com mais firmeza. Gemeu vendo ela jogar a cabeça pra trás, entregue.

- Vem cá, minha gostosa.. - ele diz tomando conta da situação a puxou pra si e beijou sua boca com paixão sem deixar de penetra-la com intensidade.

Com os gritos abafados pelo beijo, o casal chega o clímax junto. A onda de prazer percorre seus corpos e faz Mabelle ficar arrepiada ouriçando até os mais finos cabelos em sua nuca.

- Hum, você ficou arrepiadinha, amor... Que delicia. - ele murmura sorrindo.

- É culpa sua... E dos hormônios. - ela diz no ouvido dele, ofegante.

Ele riu acariciando o rosto dela.

- Eu sei... Eu sou foda né amor? - diz orgulhoso

- E metido também! - ela ri, dando um tapinha leve no braço dele.

- Mas eu sou gostoso, mon cher.. O que eu posso fazer? - ele ri pra ela - Só que tem uma pessoa que ganha de mim... - a olhou com malícia - E estou diante dela.

- Hm... Como meu marido é babão! - ela riu. - E tarado, muito tarado.

- E você adora. - concluiu, saindo dela e a deitou a seu lado. - Amo você e nosso presente.. - passou a mão sobre a barriga dela, carinhoso.

- Eu também amo muito vocês. - ela disse, pondo a mão por cima da dele. - O que você acha que é? Menino ou menina?

- Acho que é menino, amor, mas eu prefiro não escolher sabe... Sendo menino ou menina. Esse bebê vai ser muito bem vindo. Já o amamos tanto, não é? - ele disse.

- Sim e não só a gente, mas todos a nossa volta. Até os meus pais estão contentes... Eles sempre quiseram ter mais um bebê, mas a minha mãe não conseguiu mais engravidar depois de mim. Ele fez tratamento para conseguir me ter e um segundo bebê seria realmente um milagre, mas não aconteceu... Agora ela está toda boba porque vai ser avó, assim como a sua mãe também está.

- Oh amor... Sua mãe vai ficar bem quando pegar nosso neném nos braços, você vai ver, a minha é que vai ser problema... Ela não vai querer soltar mais e ainda tem a Rose. Puta merda, vamos ter trabalho pra criar nosso filho sem que fique muito mimado. - ele sorriu

- Ou filha, mocinho! - ela sorriu e olhou pra ele. - Eu tenho certeza de que vai dar tudo certo com os seus planos com Leo e nós vamos ser muito felizes, Greg. Todos nós.

- Vamos sim, mon cher! Esse dinheiro que ganhamos vai dai conta do recado, se Deus quiser. Quando estivermos mais estáveis, vou comprar uma casa linda pra você com um quintal enorme pras crianças, por que esse ou essa... - ele sorriu - É apenas o começo. Sabe... Quando eu pensava em filhos, tinha na mente que teria uns quatro e compraria um kart pra cada um .. E faria uma corrida entre eles e os filhos do Leo. Já pensou que demais, amor? - ele riu de leve.

- O que? Gregory, isso é muito perigoso. Não quero que meus filhos corram riscos! - ela disse, olhando pra ele.

- Mas vou estar com eles, amor e você pode ir junto. Eles terão adrenalina no sangue, como você e eu. É a mistura perfeita, gata. -ele disse.

- Eu ir junto? Nem pensar! - ela balança a cabeça. - Espero meus filhos não gostem de nada disso, senão meu coração vai viver apertado. Tenho medo dessas coisas de corrida, você sabe, mon cher.

- Eu sei meu bem. - ele sorriu a abraçando repousando a cabeça em seu peito. - Não vamos pensar nisso agora então, deixa pra depois quando eles nascer, tudo bem? - diz afagando a cabeça dela.

- É melhor assim. - ela disse, suspirando. - Hm... Esse dia foi atarefado demais, o sono está chegando... Você exigiu muito de mim, Gregory Baker.

- Oh minha gravidinha, eu sou tão mal. - ele sorriu - Durma e amanhã continuamos a farra das gravatas, hm? - Brincou segurando o riso.

- Vá dormi também, senão amanhã você vai acordar com aquela ressaca brava de quem bebeu mais do que deveria. - ela sorriu de se aconchegou nele para dormir. - Amo você, mon cher... - murmurou, fechando os olhos.

- Te amo mais, minha vida. - Gregory beijou os cabelos da esposa e suspirando para enfim se entregar ao sono.

Enquanto o casal Baker dormia, os casal Sawyer estava muito longe de pegar no sono. Sentados na banheira, com o cheiro dos sais em volta deles, conversavam sobre a noite louca que haviam vivenciado.

- Mas valeu a pena tudo isso baby, veja só... Agora você é a senhora Sawyer. Isso não é sexy? - Leo perguntou, beijando o pescoço dela.

- Muito baby. - ela sorri - Nossas alianças são tão lindas, não parar de olhar pra elas. Meu marido tem um ótimo gosto. - ela disse segurando a mão dele.

- Eu sei que tenho, meu amor. Até porque, olha com quem eu me casei... - ele passou a mão pela barriga dela e subiu ate os seios. - Com a mulher mais gostosa do mundo.

- Hum... Mas eu casei com o homem delicia do mundo... - ela suspira repousando a cabeça no ombro dele.

- Hm... É bom escutar isso, amor... - ele murmurou, massageando os seios dela. Uma escorregou lentamente pela barriga e parou na intimidade, começando a toca-la. - Mas você é ainda mais deliciosa.

Rose coloca sua mão sobre a dele e segue o mesmo movimento.

- Ah Leo.... Te amo baby... - murmurou

- Eu te amo mais, meu anjo...

Começando a beija-la, Leonardo aumentou o ritmo de seus dedos. Acariciava o clitóris com destreza, enquanto abafava os gemidos de Rose. Liberando a boca dela, ele sussurrou em seu ouvido:

- Você quer gozar aqui ou na cama, enquanto eu te chupo, baby?

- Em qualquer lugar... Eu só quero você, baby, por favor.. - sussurrou mordendo o lábio.

Ele sorriu e parou de mover seus dedos nela. Levantou-se e saiu da banheira, fazendo-a se levantar consigo.

- Então vamos para cama, amor... - ele disse.

- Vamos.. - ela sorri estendendo a mão pra ele.

Pegando uma toalha, ele a secou rapidamente e logo depois se secou, ouvindo Rose gemer baixinho ao vê-lo tão excitado pra pra ela. De surpresa, ele a pegou no colo e a levou até a cama, a deitando lentamente no colchão. Antes de retomar as carícias, ele olhou nos olhos dela e murmurou um "eu te amo", começando a beija-la logo em seguida.

Quando o ar se fez necessário, ele desceu os lábios para os seios dela, acariciando-os com todo o vigor. Os beijou e sugou, fazendo os mamilos ficarem intumescido rapidamente. Rose gemeu quando sentiu a excitação atravessar o seu corpo, quando ele a tocou no clitóris, retomando a carícia de minutos atrás.

Logo Rose pediu por mais, e entendendo muito bem o que a esposa queria, Leonardo desceu os lábios pelo corpo dela, até chegar a sua intimidade. Espalhou beijos, sentindo o quanto ela estava excitada por ele. Quando rodeou o clitóris com a língua enfiou dois dedos nela, Rose arqueou as costas e gemeu alto, sentindo o orgasmo se aproximar. Sem cessar, ele continuou a estocar seus dedos nela, rodeando-os la dentro e chupando o clitóris com vontade, até senti-la apertar seus dedos la dentro e explodir pra ele.

- Baby... Você me enlouquece. - Leo disse, deitando-se ao lado dela e acariciando seu rosto.

- Ah.... Hmm.... Você ainda acaba comigo, gatinho. - murmurou sorrindo pra ele - Ui... Que calor...

Ele riu e tocou a barriga dela com a ponta dos dedos.

- E ainda tem mais, meu amor... Já esta pronta pra mim?

- Sim, pra você sempre. - ela disse o olhando com um sorrisinho torto.

- Então, quero que se ajoelhe na cama e se segure no encosto da cama... Pode fazer isso pra mim?

Ela o olhou.curiosa, mas atendeu ao pedido.

- Pronto amor... -ela disse com expectativa.

Ele se ajoelhou atrás dela e a puxou delicadamente e pela cintura, fazendo-a ficar curvada com ele e com o bumbum empinado.

- Você é tão linda, amor... - Leo disse, passando o membro na entrada da intimidade dela. - Você me quer dentro de você, baby?

- Quero... Quero muito... - ela diz.

- Você está tão molhadinha... - ele murmurou, não aguentando mais prolongar aquela pequena tortura.

Lentamente ele entrou nela, indo ate o fundo e sentindo-a o apertar logo na primeira investida. Com o tesão falando mais alto, ele começou a aumentar os movimentos, segurando-a pela cintura. Rose apertava a cabeceira da cama, sentindo seu interior aperta-lo cada vez mais. Vendo que faltava bem pouco pra ela explodir, Leonardo começou a tocar o clitóris dela, circundando-o em seus dedos.

- Goza pra mim, meu anjo... Goza bem gostoso pra mim. - ele urrou alto.

- Ah baby... Eu não vou... Aguentar... - Rose quase grita sentindo tudo comprimindo cada vez mais. - Mas não para, por favor, não para....

- Eu não vou parar, meu anjo... Venha comigo. - ele gemeu.

Concentrando-se nas investidas, Leonardo saiu completamente de dentro dela e entrou novamente com força, indo até o fundo. Rose gritou pelo nome dele, sentindo apenas mais alguns movimentos antes de explodir em um orgasmo intenso junto a ele.

Ofegante, Leonardo saiu de dentro dela e se deitou na cama, puxando-a para si.

- Eu te amo, baby. Amo muito.

Rose segurou o rosto dele entre as mãos e o beijou demorado para agradecê-lo.

- Eu te amo mais, meu marido lindo e gostoso. - ela diz apos o beijo com um sorriso satisfeito no rosto.

- Pelo seu sorriso posso perceber que está muito feliz, baby... - ele acariciou o rosto dela. - Mas eu vou te fazer muito mais feliz, pode ter certeza.

- Sei disso amor, vamos vencer juntos e construir nossa familia, hm? Ainda quero um bebezinho com os seus olhos. - disse carinhosa tocando o queixo dele com o indicador.

- Com certeza, meu anjo. Não tenho dúvidas de que seremos uma linda família e que faremos filhos lindos. - ele deu uma risadinha. - Somos perfeitos um pro outro, baby e eu amo você.


- Sim, mais que perfeitos! - Rose o beijou e deitou de lado o puxando para dormirem de conchinha.

Continua...
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Cap22_Green Light [+18]





Capítulo 22

A rua estava muito mais movimentada do que a luz do dia. Las Vegas realmente ganhava mais vida quando o sol se punha. Depois de alguns minutos andando eles entram em um bar. Foram direto ao balcão pedir algumas bebidas. Mabelle ficou apenas nos coquetéis de fruta e bebidas isentas de álcool. Assim que terminam a primeira dose, os casais vão pra pista de dança. Aos risos e beijos se divertem e ousam beber um pouco mais. Mabelle discretamente cutuca Gregory e pede pra ele pegar leve. Ele já sorria facilmente quando disse que aquela seria a ultima e a beijou nos lábios.

- Você já quer ir, benzinho? - ele pergunta no ouvido dela por causa do barulho.

- Eu estaria mentindo se dissesse que não estou cansada... - ela disse no ouvido dele, sorrindo. - Mas podemos curtir mais um pouco, mon ange. Não se preocupa, eu estou bem.

- Tem certeza, amor? Se quiser... Vamos embora... Eu falo com o Leo e a Rose. - Greg fala olhando pra ela.

- Não, amor, está tudo bem. - ela diz, puxando-o mais para perto dela. - Vamos aproveitar enquanto você não vira o dono de uma empresa mundialmente famosa...

- Está certo, minha gata... - ele sorri - Vamos aproveitar tudo que... Temos direito essa noite. - ele disse alisando o rosto dela.

Puxando-a pela nuca Gregory deu um beijo molhado em Mabelle. Da pista Rose os vê e sorri. Puxando o namorado pra si ela diz no ouvido dele:

- Olha lá que coisa mais linda no bar, amor.... - Leonardo olha na direção que ela indica e sorri. - Não são lindos demais? - ela fala.

- Sim, eles são... Gregory só falta babar em cima da francesinha, coitada. - ele riu e puxou a namorada pela cintura. - Assim como só falta eu babar em você, baby... - cheirou o pescoço dela. - Tão gostosa...

Rose sorriu colocando os braços em volta do pescoço dele.

- Hum... Você também não fica pra trás amor... Esse terno te deixou uma delicia, sabia? Dá até vontade de te morder todinho.... - ela diz e mordisca de leve o pescoço dele.

- Você pode me morder o quanto quiser, meu anjo, mas quando eu pegar você, a única coisa que vai conseguir fazer, vai ser gemer pra mim. - ele sussurrou no ouvido dela, apertando seu bumbum enquanto dançavam.

- Ah é? - ela riu - Então vamos ver.. - ela disse e logo invadiu a boca dele em um beijo cheio de paixão com a mão deslizando pelas costas. Leonardo não deixa por menos e a pega pela nuca, segurando na raiz dos cabelos com firmeza comandando o beijo. Ela geme na boca dele e minutos depois faz uma pausa quando o ar se faz necessário. - Hum... Mexer no meu ponto fraco é covardia, baby. - Rose sussurrou rindo pra ele.

- Doce e perversa, como sempre, meu anjo... - ele sorriu. - Acho que está na hora de irmos... O que quero fazer com você precisa ser em quatro paredes, baby. - ele sorriu.

- Uau... Então vamos gatinho, estou louca pra terminar o que comecei. - ela disse e arrastou os dentes no lábio.

Leonardo solta um suspiro grave e sorri, saindo com ela da pista de dança. Quando chegam ao bar, interrompem os amassos de Gregory e Mabelle, dizendo que estavam indo embora. Depois de fecharem a conta no bar, eles decidem ir andando até o hotel.

Estavam em meio a uma conversa animada, quando avistaram uma capela iluminada, como nos filmes que se passam em Vegas. Com a curiosidade falando alto, os garotos arrastam as meninas lá pra dentro. Uma pequena fila de casais bêbados seguia ate um pequeno púlpito, onde um cara vestido de Elvis Presley, mandava o noivo beijar a noiva. Com o cenho franzido, Gregory disse:

{ imagem ilustrativa da cena }

- Que porra é essa, cara? O Elvis tá casando o povo? - ele ri alto e depois se vira pra namorada a olhando nos olhos, já recomposto. - Amor, eu te amo pra caralho e que passar o resto da minha vida com você... Você aceita casar comigo? - ele diz sincero, apesar do álcool correr em suas veias.

Mabelle olhou pra ele com atenção.

- Está falando sério, Greg?

- Tô amor... E só tava faltando isso pra gente ficar na boa né? - ele sorriu de lado - Quero casar com você, agora, mamãe gostosa...

Mabelle riu e balançou a cabeça, olhando pra ele.

- Se você se arrepender disse amanhã, vai ver só... Você está bêbado, eu não deveria aceitar, mas... - ela morde o lábio e olha pra amiga, que sorria, a incentivando. - Eu aceito, papai persistente.

Ele sorriu e a beijou com posse. Quando o ar se faz necessário eles se afastam devagar e ele diz:

- Eu nunca vou me arrepender de... Ficar com você e nosso bebê, amor. Nunca! Vocês são... Tudo pra mim.

- Oh, Greg... - ela sorri e beija os lábios dele com carinho. - Nós amamos muito você, mon amour.

- Caralho... Isso é tão emocionante, cara! - Leonardo disse, voltando seu olhar pra Rose. - Olha amor... No momento eu estou fodido, estou apostando a porra da minha grana toda nos cassinos de Las Vegas, mas tenho um coração que é todo seu e... Esse discurso ta uma bosta, mas você aceita casar comigo mesmo assim?

Rose riu e o abraçou pela cintura.

- Ferrados estamos todos, meu gatinho... Mas casar com você é a única coisa que eu quero no momento... Na verdade eu sempre quis né, só faltava você perceber a minha pessoinha na sua frente... - ela disse sorrindo

- Ah... Demorou um pouco, baby... Mas você se fez notar rapidinho... - ele disse, lembrando da primeira vez que a viu de biquíni. - Acho melhor casarmos logo, porque falam que o melhor é a lua de mel...

- Eu também amo você, seu apressado. - ela diz e dá um selinho nele. Logo ela se lembra que se aquilo era um casamento, ambos precisavam de aliança. - Puta merda, as alianças... Não temos nada aqui, Greg.. - ela fala olhando pro irmão.

- Putz, é mesmo! - Gregory disse - Peraí que vou dar um jeito nisso, você vem comigo Leo?

- Vou, cara. - ele deu um beijo na namorada. - Não saia daqui, baby, voltamos já.

- Você também fica aqui tá amor, volto já. - Gregory fala. - Rose cuida dela pra mim. - ele diz e sai com Leo para pedir informação.

Os dois saem andando pela capela e encontram um balcão de informações. Uma moça loira de roupa preta sorri pra eles.

- No que posso ajudar os senhores? - ela disse olhando os dois.

- Precisamos de alianças, moça. - Gregory fala.

A recepcionista olha pra eles e fica sem jeito. Tentando se expressar ela diz:

- Oh sim... Temos vários modelos e vocês querem com o nome de vocês? - ela pergunta

Gregory estava bêbado mais sabia muito bem quando estavam duvidando de sua masculinidade. Olhando bem pra ela debruçou um pouco sobre o balcão.

- Moça, a gente não é gay... Nossas namoradas são gostosas e só estão esperam isso aqui... - ele ponta para a aliança no folheto - Pra poder casar entendeu?

- Puta merda, tu também não explica nada, Greg! Moça, é o seguinte, precisamos de dois pares de aliança. Queremos casar com as nossas garotas e não tempo a perder, entende? Se demorar muito, é capaz do bebe dele nascer e a gente ainda estar aqui.

A boca da jovem abre duas vezes e ela cora feito tomate. Imediatamente começa a se desculpar:


- Oh me perdoem por isso, é que temos um público variado... -disse sem graça. - Vou buscar os modelos agora mesmo, volto já. - ela falou sorrindo de leve.

- Puta merda, era só isso que faltava.. - Gregory riu - Porque será que a moça disse aquilo? Eu não tenho cara de gay.... Acho que foi você, mano. Essa roupa engomadinha... Cabelo lambido... Hummm.... - ele brinca prendendo o riso.

- Vai se foder, cara! Você fala merda pra mulher e quer jogar a culpa em mim? Ta bom... Vou trazer a Rose aqui pra ela falar como eu sou "gay", na cama.

Gregory riu alto. Vendo a moça voltar minutos depois ele pergunta:

- Como você se chama?

- Sandra. - ela responde.

- Oh Sandra desculpa o mal jeito de falar.. É que eu tô bêbado pra caralho e muito feliz... A minha mulher vai ter um bebê sabia? Se for moleque vou colocar o nome de Jordan igual aquele jogador de basquete sabe, o Michael Jordan...

- Sei sim senhor. Parabéns pelo bebê. - ela disse colocando o mostruário no balcão voltando-se ao trabalho. - Então.. Os modelos que temos são estes aqui... O preço está nas etiquetas. Fiquem a vontade pra escolher. - ela disse e assentiu para Leonardo, pois ele parecia mais sóbrio que o amigo.

- Para de falar asneira e vamos escolher isso aqui, cara... Até porque, vai ser uma menina só pra te deixar de cabelo em pé quando for adolescente. - ele riu e pegou uma das alianças - Hm... Gostei dessa aqui, delicada como Rose. - ele pensou em voz alta.

{ Alianças de Leonardo e Rose }

- Ai como você é chato, velho! - Gregory também riu e escolheu um modelo. - Essa é a cara dela... - escolheu um modelo trabalhado com pedrarias. - Vou levar essas aqui. - Greg fala entregando os modelos à Sandra.

{ Alianças de Gregory e Mabelle }

- E eu vou levar essas. - Leo disse

- Okay, vou colocar nas caixas e fazer a nota. - Ela disse com um sorriso simpático nos lábios.

Minutos depois Mabelle e Rose viram seus namorados chegando de volta.

- Nossa, vocês demoraram... Pensei que tinha fugido. - Rose fala rindo a Leo.

- Só fujo se for com você, baby. - ele sorriu e a beijou.

- E conseguiu achar as alianças? - Rose pergunta

- Claro, amor, você esta falando com profissionais. - ele piscou pra ela. - E agora, Greg? É só ir ali na frente que ele casa a gente?

- Isso... - Greg responde. - E ouvi dizer que.. os casamentos aqui são bem rápidos também. Melhor pra nós né amor? - ele sorri pra ela com más intenções.

- Que ótimo! Então vamos logo porque eu quero chamar minha mulher de senhora Sawyer essa noite. - Leo ri e beija os lábios de Rose

- Então vai correndo na frente, e casa logo, caramba! - Greg riu pro amigo.

- Vamos, baby! - Leo disse, pegando a mão de Rose.

Ela sorri e o segue até o púlpito. Logo são recebidos pelo cerimonialista vestido de Elvis Presley.

- Uau, o que temos aqui!? Vocês são lindos e querem se casar não? - ele disse com empolgação. - Como se chamam?

- Rose Baker. - ela diz primeiro.

- Leonardo Sawyer.

- Okay okay! Leonardo e Rose... É como muita satisfação que em nome de Deus e do amor você estão aqui querendo selar pra sempre os sentimentos que tem um pelo outro, não é? - ele assentem - Bem, bem, bem... Então virem-se e peguem nas mãos um do outro e digam os votos que estão em seu coração. Você primeiro, bonitão. - ele disse para Leo com a voz grave, típica do rei do rock.

- Tá bom... - ele diz. - Hei, francesinha, já que você só tá bêbada de suco, filma isso daqui, porra! Quero mostrar isso pros meus filhos! - ele diz. Mabelle ri e pega seu telefone, começando a filmar toda aquela loucura. - É simples, baby... Você é a mulher mais gostosa que eu já tive a oportunidade de ter na minha cama. Você é persistente, perversa, é um anjo e roubou meu coração. Mesmo estando um pouco bêbado... Quase muito bêbado, eu estou aqui, me casando com você, porque quero e não porque estou com álcool na porra do meu cérebro, então... Caralho, Rose, eu te amo e te quero do meu lado, pra sempre!

- Wowww... Isso é o que eu chamo de "pedido sincero". - O homem riu se virando pra Rose - Agora é sua vez, brotinho...

- Olhando pra você eu nem sei por onde começar... Eu te quis desde o primeiro momento. Te desejava e tinha sonhos maravilhosos e... confesso que acordava sem ar na maioria das vezes. - ela sorri - Você é muito lindo e gostoso, amor. Uma tentação que me tira o rumo das coisas. Ser sua garota é a melhor parte de viver essa vida maluca que temos. E apesar de também ter bebido um pouquinho.. - ela ri - Você é o homem que quero pra mim até ficar bem velhinha. Eu te amo Leo e te quero pra sempre.

O casal sorri um pro outro e o cerimonialista fala:

- Aí sim princesa, gostei das palavras. Apesar de estar altinha também, né? - ele sorriu - Mas vamos ao que interessa, minha gente. - ele se volta para o noivo. - Leonardo.. Você aceita a Rose como sua legítima esposa, para ama-la e respeita; na alegria e na tristeza; na saúde e na doença.. Por todos os dias da sua vida?

- Com certeza, tio Elvis! Sem nem pensar duas vezes. - ele diz, sorrindo pra Rose

- Tio Elvis? - ele riu - Tá bom, dessa vez passa. Rose... Você aceita Leonardo como seu legítimo esposo para ama-lo e respeita-lo, na alegria e na tristeza; na saúde e na doença por todos os dias da sua vida?

- Sim, mil vezes sim.. -ela diz sorrindo pra Leo.

- Então no poder que é investido a mim, eu os declaro marido e mulher. O noivo pode beijar a noiva agora... - ele diz dando um passo atrás.

- Só se for agora, Rei. - Leo diz, puxando a esposa pela cintura.

Com um sorriso safado nos lábios, ele a beijou. Lentamente no início, mas logo aumentou a pressão do beijo, fazendo-a gemer baixinho em seus lábios. Colou ainda mais o seu corpo nela e a curvou em seus braços, sorrindo no final do beijo.

- Sendo minha esposa você beija ainda mais, baby.

- Sério? - ela riu de leve - E sendo meu marido você... Fica mais gostoso..- ela sussurra no ouvido dele.

- Rose, Rose... Não me faça te jogar nas minhas costas e ir correndo para o hotel, baby. - ele sorriu e se virou pra Gregory. - Acho que agora é a hora de vocês... Ou desistiu, Greg?

- Que isso! Desistir jamais, cara. - ele disse pegando a mão de Mabelle - é nossa vez, gata.

Assim que chegam no altar Gregory pega a câmera das mãos de Mabelle e passa para Rose.

- Aí Rose, filma direitinho tá? Não treme não e pega o ângulo certo hein? - ele diz.

- Só isso? - Ela diz rindo.

- Só, pow! Agora eu quero casar, caramba.. - ele diz - Dá uma licensinha, Leo, você já foi, velho...

- Tomara que o bebê que Mabelle está carregando não seja tão abusado como você, cara... Senão tu vai sofrer! - Leo murmurou, rindo no final

- Ha ha ha.. muito engraçado. - Greg ri sem humor - Você também vai ter filhos, oh... E me deixa casar, pomba! - diz rindo.

- Vamos marido, antes que ele se estresse. - Rose fala pegando a mão do esposo.

Leo apenas assentiu rindo ao sair dali com a recém-esposa. O cerimonialista olha para os dois e os cumprimenta:

- Olá queridos, como vocês se chamam?

- Gregory Baker.

- Mabelle Tissout.

- Que beleza! E vocês já tem um herdeiro? - o "rei" disse ao ver a barriga de Mabelle. - Quantos meses? - ele pergunta

- Quatro. - ela diz, sorrindo.

- Que Deus dê saúde e paz pra essa criança. - ele diz. - E você grandão, pronto pra casar?

- Faz tempo, seu Elvis. Essa mulher... é o amor da minha vida.. - Greg disse beijando a mão dela.

- Oh, mon cherry... E você é o homem da minha vida. - Mabelle diz, sorrindo pra ele.

O "rei" sorriu.

- Já que estão preparados vamos lá. - ele diz. - Grandão, você faz os votos primeiro..

Gregory assente e diz olhando pra Mabelle:

- Mabelle, mon cher... Não sei por que tô tão bêbado bem no dia que vamos casar. A vida é louca e arruma um jeito pra tudo né? – ele riu de leve – Quando eu a gente se separou pensei que meu coração ia parar... Ele doía pra caralho sem você. Pensei que fosse morrer se não tivesse você na minha vida. Te amo demais francesinha. Amo você todinha minha gostosa, e vou continua te amando de todos os jeitos possíveis, pra sempre. Vou cuidar do nosso bebê e fazer a nossa família ser a mais feliz do mundo... – ele diz com os olhos marejados. – Amo você, francesinha...

- Muito bem grandão, foi tocante. - o cerimonialista sorriu de leve - Agora é sua vez, mamãe.

Mabelle sorriu e olhou para Gregory, logo depois começou a falar:

- Uma vez a minha mãe me disse que existem coisas que acontecem em nossa vida, que muitas vezes não entendemos, mas que vem para nos alegrar. Quando eu me apaixonei por você, eu não entendi muito bem o porquê daquilo, mas... Pra que entender, quando você já me faz tão feliz? Eu te amo muito, Gregory, e eu tenho certeza que você nos fará muito feliz. - ela olhou pra própria barriga e logo depois olhou pra ele. - Nós amamos você.

- Porra amor... Aí não vale.. - ele sorri indo beija-la mas é interrompido.

- Opa opa opa... Ainda não grandão apressado. Vamos terminar a cerimônia, depois o beijo. - disse rindo

- O seu Elvis, desculpa. Essa mulher me deixa louco... - Gregory disse olhando pra ela.

- Estou vendo. - disse o rei - Então já que está animado responda, Você aceita Mabelle como sua legítima esposa, para ama-la e respeita-la, na alegria e tristeza; na saúde e na doença. Por todos os dias da sua vida?

- Aceito seu Elvis, eu amo essa mulher! - ele disse empolgado.
E você Mabelle, aceita Gregory como seu legítimo esposo, para ama-lo e respeita-lo, na alegria e tristeza; na saúde e na doença. Por todos os dias da sua vida?

- Com certeza! - ela disse, igualmente empolgada.

- Então pelo poder que a mim é investido.. Eu os declaro marido e mulher! Agora sim você pede beijar a noiva. - disse o rei.

- Valeu! - Greg disse indo até sua recém esposa. - Agora é com a gente mon cher...

Mabelle sorriu pra ele e Gregory a envolveu pela cintura. Colou seus lábios nos dela e a beijou com todo amor que sentia. Com a língua explorou a boca dela com intensidade movendo a cabeça para os lados. Leo e Rose começam a assobiar e gritar empolgados comemorando a união do casal. Assim que o fôlego deles termina o beijo se encerra com gosto de quero mais.

- Depois continuamos no hotel, mon cher... Vou te beijar todinha hoje.. - sussurrou rouco no ouvido dela

- Mal posso esperar por isso, mon amour.

Gregory sorriu e piscou pra ela. Logo se voltou para o rei:

- Só isso, seu Elvis? - ele diz.

- Só grandão... - respondeu ele rindo. - Vão e sejam felizes! - disse aos quatro.

- Obrigado, tio Elvis! O senhor é massa! - Leo disse, pegando na cintura da noiva. - Vamos embora, Senhora Sawyer? Hm... Você ficou ainda mais sexy com meu sobrenome, baby!

- Obrigada por tudo, seu Elvis. Depois eu trago o moleque pra batizar, falou? - Gregory disse.

- Greg, vamos embora você já tá falando besteira, garoto. - Rose falou rindo.

- E é uma menina, cara, eu já falei! - Leonardo disse.

Mabelle riu.

- Eu realmente acho melhor nós irmos, pessoal.

- Isso Maby! Arrasta o teu que o meu tá garantido aqui. - Rose falou rindo ao abraçar Leo mais apertado.

Mabelle enlaçou a cintura e Gregory e olhou pra ele:

- Vamos, mon cher?

- Vamos minha gravidinha... - ele sorria pra ela.

Assim que saíram da capela os quatro seguem direto para o hotel. As garotas admiravam suas lindas alianças e a dos garotos. Felizes comentam que agora ninguém podia seguirá-los. Ao chegarem no hotel se despediram indo cada um para o seu quarto.

Continua...
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