Antes de entrarem, Gregory abriu a porta e pegando Mabelle no
colo, entraram e ele fecha a porta com o pé. Ela sorria quando chegaram ao
dormitório e ela sorria.
- Agora estamos a sós, minha mulher linda e meu neném que eu já
amo tanto... – Ele disse a abraçando pela cintura. – Ansiosa?
- Ansiosa e feliz. - ela sorriu pra ele. - E você?
- Louco pra ter você, mon cher... Você está tão gostosa.. -
disse beijando o pescoço dela.
- Hm... Você também esta muito gostoso, mon amour... - ela
sussurrou pra ele. - Também te quero muito.
- Então vamos resolver isso agora mesmo... - ele disse começando
a se despir.
Tirou o paletó, camisa e o cinto arremessando-os ao chão. Entre
beijos despiu o vestido da esposa com cuidado deixando a lingerie. Pegou a mão
dela a levou até a cama. A deitou sobre o colchão e beijou seus lábios com
amor, e logo desceu para o colo.
- Você é muita linda amor.... - sussurrou rouco contra sua pele.
Suas mãos se encaminham as costas abrindo o fecho do sutiã. O
atirando no chão suspirou vendo que estavam maiores a cada mês, devido a
gravidez. Se aproximando deles e os beijou sugando os mamilos fazendo a
francesinha arfar desejosa. A corrente que passava pela corpo desceu até sua
intimidade assim que foi tocada. Oh sim, que sensação maravilhosa quando a
tocou circundando seu ponto frágil. Gemendo baixo ela pedia por mais. Gregory
sorri e faz uma pequena pausa.
- Eu volto já amor, não sai daqui.. - ele diz dando um selinho
nela.
Gregory deixa a esposa ofegante sobre a cama e volta instantes
depois com três rosas nas mãos. Mabelle reconhece na hora. Aquelas rosas
estavam num belo vaso da sala. Ela sorri vem que o marido ia aprontar com
aquilo. Ele se aproxima e fica de joelhos ao lado dela na cama.
- Amor... Essas rosas são pra você.. - ele disse. - Mas não vou
te dar elas agora, tá? Antes vou fazer uma coisa com elas você deixa?
- Fazer o que? - ela pergunta, arqueando uma sobrancelha
- Quer te vendar e se você deixar, te prender na cama... - ele
disse com cara de menino pidão
- Eu deixo... Mas você não vai mesmo me contar o que vai fazer,
mon cher?
- Não... Tem que ser surpresa, senão perde a graça, mon amour.
Você vai gostar não se preocupa. - ele sorriu.
Ele deixa as flores sobre a cama e sai novamente. Vai ao armário
e pega duas gravatas, uma preta e uma azul escuro. Voltou para a casa e beijou
a esposa com carinho. Pegou seus pulsos com delicadeza e amarrou no encosto de
madeira. Ansiosa ela sorriu.
- Agora vou fechar seus olhinhos princesa.. - ele disse
segurando a gravata preta na mão - Tchauzinho... - Riu escutando ela murmurar o
quanto ele era malvado.
- Está vendo alguma coisa, amor? Quantos dedos tem aqui? -
Perguntou pondo os dedos diante dela.
- Eu não sei... Não consigo ver nada, amor. - ela diz e sorri no
final. - Isso não é justo.
- Não sou não, mon cher... Vamos nos divertir um pouquinho, hm..
Viu? Confia em mim. - A beijou a cada frase.
- Eu confio, mon cher... - ela sussurrou.
Dando mais um beijo nela iniciou sua ideia. Terminou de despir a
esposa e se despiu quase completamente, ficando apenas de cueca box branca.
Com as mãos afastou as pernas dela e se pôs entre elas. Inclinou
o corpo sobre o dela voltando a lhe beijar os seios e suga-los ouvindo-a gemer
baixo. Com um sorriso nos lábios pegou as rosas e começou a passar as pétalas
no corpo dela com muita leveza, descendo e subindo. As flores exalam um aroma
gostoso conforme se movimento. Passou em cada bochecha e desceu fazendo um
"s" até a intimidade.
- Está bom assim, mon cher? - perguntou ele.
- Sim... Você está me enlouquecendo... - ela gemeu. Só não me mate. - ela sorriu no final.
- Que bom... Agora vem a melhor parte... - ele sorriu de lado.
- O que vai fazer?
- Vou te excitar com a flor, meu bem.- diz passando a flor bem
perto do rosto dela. - Eu posso?
- Sim... Só não me mate. - ela sorriu no final.
- Não vou prometer nada, minha bela esposa.. - ele sorriu
voltando a intimidade.
Ficando apenas com uma flor na mão Gregory passou ali. Subindo e
descendo assim como fez no tronco. Elevando o nível da carícia ele se aproxima
dando um beijo e depois outro e outro. A tocou com os dedos manipulando o
clitóris enquanto a beijava e lambia nos ligares certos. Mabelle não exita em
gemer pra ele. Sabia que Gregory adorava ouvi-la, era um incentivo muito
precioso.
- Isso amor... Continua falando comigo, vai... - ele sussurra.
- Oh Greg... Eu estou quase lá... - ela gemeu, tocando a cabeça
dele.
- Então... Goza pra mim amor.... - dando um beijo carinhoso na
barriga dela.
Não dando chance de resposta ele aumenta as carícias e o
movimento. Ela geme cada vez mais alto. Para ajuda-la Greg a mordiscou de leve
e colocou dois dedos dentro dela movendo rápido a fazendo explodir de uma vez.
Após a o gozo intenso da esposa ele tira a venda dos olhos dela.
- Você está bem, meu amor? - perguntou carinhoso.
- Ao mesmo tempo que você é um cara mal, você é ótimo nisso... -
ela sorriu pra ele. - Eu estou muito bem, mon cher.
- Obrigada amor, mas sou bom por sua causa... Minha esposa me
inspira muito sabe... - ele sorriu
- Meu esposo também me inspira muito, todo... Gostoso desse
jeito. - ela mordeu o lábio de leve, passando a ponta dos dedos pelo rosto
dele. - Je'taime, mon cherry.
- Te amo mais, minha gostosa. - ele sorriu e a beijou - Pronta
pra fase dois?
- Prontissíma!
- Então... Você pode me dar uma ajudinha? - ele ergue uma
sobrancelha e olha na direção da cueca.
Mabelle sorriu e se ajoelhou na cama. Puxou a cueca dele
devagar, até deixá-lo nu.
- Quer que eu faça só isso... Meu marido?
- Faça o que quiser, minha linda esposa... Sou todo seu. - ele
disse um um sorriso sedutor.
- Tudo bem...
Mabelle começou a tocá-lo devagar, vendo-o jogar a cabeça pra
trás e geme seu nome baixinho. Vendo-o daquele jeito e ouvindo seus gemidos,
ela se sentiu excitada e pronta pra ele novamente. Tocou-o mais rápido, e
quando sentiu que ele poderia gozar, ela desacelerou, e moveu a mão devagar,
vendo-o morder o lábio. Se aproximou dele e o beijou com força.
- Eu quero você dentro de mim, amor.. - ela murmurou entre os
lábios dele.
- Eu também te quero, gostosa... - ele disse logo se deitando na
cama. - Vem amor, quero você no comando agora... - Disse olhando pra ela com
chamas nos olhos.
Pondo a esposa sobre si, Gregory a penetrou com cuidado. Porém,
quando Mabelle estava nele, ela se apoia no peito do marido e começou a mover o
quadril pra frente. Ele arfa segurando a cintura dela. Num ritmo bom e sem
pausas o casal se ama como nunca. Pondo mais fundo ele a invadiu segurando a
cintura da esposa com mais firmeza. Gemeu vendo ela jogar a cabeça pra trás,
entregue.
- Vem cá, minha gostosa.. - ele diz tomando conta da situação a
puxou pra si e beijou sua boca com paixão sem deixar de penetra-la com
intensidade.
Com os gritos abafados pelo beijo, o casal chega o clímax junto.
A onda de prazer percorre seus corpos e faz Mabelle ficar arrepiada ouriçando
até os mais finos cabelos em sua nuca.
- Hum, você ficou arrepiadinha, amor... Que delicia. - ele
murmura sorrindo.
- É culpa sua... E dos hormônios. - ela diz no ouvido dele,
ofegante.
Ele riu acariciando o rosto dela.
- Eu sei... Eu sou foda né amor? - diz orgulhoso
- E metido também! - ela ri, dando um tapinha leve no braço
dele.
- Mas eu sou gostoso,
mon cher.. O que eu posso fazer? - ele ri pra ela - Só que tem uma pessoa que
ganha de mim... - a olhou com malícia - E estou diante dela.
- Hm... Como meu
marido é babão! - ela riu. - E tarado, muito tarado.
- E você adora. -
concluiu, saindo dela e a deitou a seu lado. - Amo você e nosso presente.. -
passou a mão sobre a barriga dela, carinhoso.
- Eu também amo muito
vocês. - ela disse, pondo a mão por cima da dele. - O que você acha que é?
Menino ou menina?
- Acho que é menino,
amor, mas eu prefiro não escolher sabe... Sendo menino ou menina. Esse bebê vai
ser muito bem vindo. Já o amamos tanto, não é? - ele disse.
- Sim e não só a
gente, mas todos a nossa volta. Até os meus pais estão contentes... Eles sempre
quiseram ter mais um bebê, mas a minha mãe não conseguiu mais engravidar depois
de mim. Ele fez tratamento para conseguir me ter e um segundo bebê seria
realmente um milagre, mas não aconteceu... Agora ela está toda boba porque vai
ser avó, assim como a sua mãe também está.
- Oh amor... Sua mãe
vai ficar bem quando pegar nosso neném nos braços, você vai ver, a minha é que
vai ser problema... Ela não vai querer soltar mais e ainda tem a Rose. Puta
merda, vamos ter trabalho pra criar nosso filho sem que fique muito mimado. -
ele sorriu
- Ou filha, mocinho! - ela sorriu e olhou pra ele. - Eu tenho
certeza de que vai dar tudo certo com os seus planos com Leo e nós vamos ser
muito felizes, Greg. Todos nós.
- Vamos sim, mon cher! Esse dinheiro que ganhamos vai dai conta
do recado, se Deus quiser. Quando estivermos mais estáveis, vou comprar uma
casa linda pra você com um quintal enorme pras crianças, por que esse ou
essa... - ele sorriu - É apenas o começo. Sabe... Quando eu pensava em filhos,
tinha na mente que teria uns quatro e compraria um kart pra cada um .. E faria
uma corrida entre eles e os filhos do Leo. Já pensou que demais, amor? - ele
riu de leve.
- O que? Gregory, isso é muito perigoso. Não quero que meus
filhos corram riscos! - ela disse, olhando pra ele.
- Mas vou estar com eles, amor e você pode ir junto. Eles terão
adrenalina no sangue, como você e eu. É a mistura perfeita, gata. -ele disse.
- Eu ir junto? Nem pensar! - ela balança a cabeça. - Espero meus
filhos não gostem de nada disso, senão meu coração vai viver apertado. Tenho
medo dessas coisas de corrida, você sabe, mon cher.
- Eu sei meu bem. - ele sorriu a abraçando repousando a cabeça
em seu peito. - Não vamos pensar nisso agora então, deixa pra depois quando
eles nascer, tudo bem? - diz afagando a cabeça dela.
- É melhor assim. - ela disse, suspirando. - Hm... Esse dia foi
atarefado demais, o sono está chegando... Você exigiu muito de mim, Gregory
Baker.
- Oh minha gravidinha, eu sou tão mal. - ele sorriu - Durma e
amanhã continuamos a farra das gravatas, hm? - Brincou segurando o riso.
- Vá dormi também, senão amanhã você vai acordar com aquela
ressaca brava de quem bebeu mais do que deveria. - ela sorriu de se aconchegou
nele para dormir. - Amo você, mon cher... - murmurou, fechando os olhos.
- Te amo mais, minha vida. - Gregory beijou os cabelos da esposa
e suspirando para enfim se entregar ao sono.
Enquanto o casal Baker dormia, os casal Sawyer estava muito
longe de pegar no sono. Sentados na banheira, com o cheiro dos sais em volta
deles, conversavam sobre a noite louca que haviam vivenciado.
- Mas valeu a pena tudo isso baby, veja só... Agora você é a
senhora Sawyer. Isso não é sexy? - Leo perguntou, beijando o pescoço dela.
- Muito baby. - ela sorri - Nossas alianças são tão lindas, não
parar de olhar pra elas. Meu marido tem um ótimo gosto. - ela disse segurando a
mão dele.
- Eu sei que tenho, meu amor. Até porque, olha com quem eu me
casei... - ele passou a mão pela barriga dela e subiu ate os seios. - Com a
mulher mais gostosa do mundo.
- Hum... Mas eu casei com o homem delicia do mundo... - ela
suspira repousando a cabeça no ombro dele.
- Hm... É bom escutar isso, amor... - ele murmurou, massageando
os seios dela. Uma escorregou lentamente pela barriga e parou na intimidade,
começando a toca-la. - Mas você é ainda mais deliciosa.
Rose coloca sua mão sobre a dele e segue o mesmo movimento.
- Ah Leo.... Te amo baby... - murmurou
- Eu te amo mais, meu anjo...
Começando a beija-la, Leonardo aumentou o ritmo de seus dedos.
Acariciava o clitóris com destreza, enquanto abafava os gemidos de Rose.
Liberando a boca dela, ele sussurrou em seu ouvido:
- Você quer gozar aqui ou na cama, enquanto eu te chupo, baby?
- Em qualquer lugar... Eu só quero você, baby, por favor.. -
sussurrou mordendo o lábio.
Ele sorriu e parou de mover seus dedos nela. Levantou-se e saiu
da banheira, fazendo-a se levantar consigo.
- Então vamos para cama, amor... - ele disse.
- Vamos.. - ela sorri estendendo a mão pra ele.
Pegando uma toalha, ele a secou rapidamente e logo depois se
secou, ouvindo Rose gemer baixinho ao vê-lo tão excitado pra pra ela. De
surpresa, ele a pegou no colo e a levou até a cama, a deitando lentamente no
colchão. Antes de retomar as carícias, ele olhou nos olhos dela e murmurou um
"eu te amo", começando a beija-la logo em seguida.
Quando o ar se fez necessário, ele desceu os lábios para os
seios dela, acariciando-os com todo o vigor. Os beijou e sugou, fazendo os
mamilos ficarem intumescido rapidamente. Rose gemeu quando sentiu a excitação
atravessar o seu corpo, quando ele a tocou no clitóris, retomando a carícia de
minutos atrás.
Logo Rose pediu por mais, e entendendo muito bem o que a esposa
queria, Leonardo desceu os lábios pelo corpo dela, até chegar a sua intimidade.
Espalhou beijos, sentindo o quanto ela estava excitada por ele. Quando rodeou o
clitóris com a língua enfiou dois dedos nela, Rose arqueou as costas e gemeu
alto, sentindo o orgasmo se aproximar. Sem cessar, ele continuou a estocar seus
dedos nela, rodeando-os la dentro e chupando o clitóris com vontade, até
senti-la apertar seus dedos la dentro e explodir pra ele.
- Baby... Você me enlouquece. - Leo disse, deitando-se ao lado
dela e acariciando seu rosto.
- Ah.... Hmm.... Você ainda acaba comigo, gatinho. - murmurou
sorrindo pra ele - Ui... Que calor...
Ele riu e tocou a barriga dela com a ponta dos dedos.
- E ainda tem mais, meu amor... Já esta pronta pra mim?
- Sim, pra você sempre. - ela disse o olhando com um sorrisinho
torto.
- Então, quero que se ajoelhe na cama e se segure no encosto da
cama... Pode fazer isso pra mim?
Ela o olhou.curiosa, mas atendeu ao pedido.
- Pronto amor... -ela disse com expectativa.
Ele se ajoelhou atrás dela e a puxou delicadamente e pela
cintura, fazendo-a ficar curvada com ele e com o bumbum empinado.
- Você é tão linda, amor... - Leo disse, passando o membro na
entrada da intimidade dela. - Você me quer dentro de você, baby?
- Quero... Quero muito... - ela diz.
- Você está tão molhadinha... - ele murmurou, não aguentando
mais prolongar aquela pequena tortura.
Lentamente ele entrou nela, indo ate o fundo e sentindo-a o
apertar logo na primeira investida. Com o tesão falando mais alto, ele começou
a aumentar os movimentos, segurando-a pela cintura. Rose apertava a cabeceira
da cama, sentindo seu interior aperta-lo cada vez mais. Vendo que faltava bem
pouco pra ela explodir, Leonardo começou a tocar o clitóris dela, circundando-o
em seus dedos.
- Goza pra mim, meu anjo... Goza bem gostoso pra mim. - ele
urrou alto.
- Ah baby... Eu não vou... Aguentar... - Rose quase grita
sentindo tudo comprimindo cada vez mais. - Mas não para, por favor, não
para....
- Eu não vou parar, meu anjo... Venha comigo. - ele gemeu.
Concentrando-se nas investidas, Leonardo saiu completamente de
dentro dela e entrou novamente com força, indo até o fundo. Rose gritou pelo
nome dele, sentindo apenas mais alguns movimentos antes de explodir em um orgasmo
intenso junto a ele.
Ofegante, Leonardo saiu de dentro dela e se deitou na cama,
puxando-a para si.
- Eu te amo, baby. Amo muito.
Rose segurou o rosto dele entre as mãos e o beijou demorado para
agradecê-lo.
- Eu te amo mais, meu marido lindo e gostoso. - ela diz apos o
beijo com um sorriso satisfeito no rosto.
- Pelo seu sorriso posso perceber que está muito feliz, baby...
- ele acariciou o rosto dela. - Mas eu vou te fazer muito mais feliz, pode ter
certeza.
- Sei disso amor, vamos vencer juntos e construir nossa familia,
hm? Ainda quero um bebezinho com os seus olhos. - disse carinhosa tocando o
queixo dele com o indicador.
- Com certeza, meu anjo. Não tenho dúvidas de que seremos uma
linda família e que faremos filhos lindos. - ele deu uma risadinha. - Somos
perfeitos um pro outro, baby e eu amo você.
- Sim, mais que perfeitos! - Rose o beijou e deitou de lado o
puxando para dormirem de conchinha.
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