sexta-feira, 27 de junho de 2014

Royals Love_Capítulo 20

Capítulo 20


No dia que a costureira real estava tirando as medidas da princesa para fazer o vestido de noiva, Genevieve lembrou poderia ter feito tudo aquilo se uma raiva absurda não tivesse nascido antes.

- Meu coração está batendo mais forte a cada hora que se aproxima o casamento minha cunhada, isso é normal né? - perguntou inocente.

- O meu casamento não foi o mais normal de todos, minha cunhada. - Genevieve diz, sorrindo no final. - Mas eu senti esse frio na barriga também.

- Oh sim... Espero estar firme e forte quando atravessar a igreja com meu irmão. Ainda bem que ele e Richard se entenderam, graças a Deus. - ela sorriu.

- Ainda bem mesmo... - Genevieve disse soltando um suspiro. A dor incômoda que estava sentindo pela manhã estava voltando, latejando no pé da barriga de uma forma estranha. - Henri está feliz com o seu casamento, eu sei disso. Ele é orgulhoso, mas ele está satisfeito ao vê forma como você e meu irmão se amam.

- Isso me deixa muito aliviada, minha cunhada. Henri é tão fechado.. Bom, era mais antes de você, mas ainda continua teimoso e cheio de orgulho. Ah, estava quase esquecendo de contar... Richard e eu não vamos morar no castelo dos seus pais. Vamos morar na cabana... Amo aquele lugar, me traz tantas lembranças boas. - ela suspira apaixonada.

- Não acredito, Virginie! Isso é maravilhoso, minha amiga... Ficaremos perto uma da outra. - Genevieve sorriu para cunhada, fazendo uma careta de dor no final. Um gemido escapou de seus lábios.

A costureira e Virginie se entreolharam, ao vê a rainha se apoiar em um dos móveis do quarto de Virginie.

- A senhora está bem? - a costureira perguntou, olhando a rainha com atenção.

- Não... - ela gemeu, pondo a mão na barriga. - Virginie, venha aqui, por favor!

- Sim minha cunhada... - A princesa disse indo até ela imediatamente. - O que houve? Está sentindo dor? - disse pegando a mão dela.

- Muita dor... Eu acho que o bebê vai nascer, mas ainda não está na hora... - ela gemeu novamente com lágrimas caindo. - Chame meu marido, por favor, eu quero Henri aqui!

- Santo Cristo! - ela diz com mão na boca - Sim, minha amiga vou chama-lo, mas sente-se na cama. Aby, me ajude aqui, por favor.

Com cuidado as duas deram apoio a Genevieve sentou-se na cama gemendo de dor. Virginie saiu dali as pressas. No caminho encontra com Nina e pediu a ela que subisse com Carlota, pois o bebê queria nascer. A empregada leva um susto, mas diz que vai até lá ver a situação. A princesa segue procurando. Rodou o castelo inteiro e só o encontrou na sala de armas com versando com o chefe dos soldados reais. Afobada ela despeja a notícia de uma vez. Henri sibila alguma coisa até cair a ficha que seu filho estava vindo ao mundo mais cedo. Preocupado ele sai correndo da sala e Virginie o segue de volta para o quarto.

Henri entra no quarto sem ao menos ser anunciado. Ele corre até a cama e senta ao lado da esposa.

- Meu amor, o que está havendo? Está tão cedo, não está? - ele disse fazendo carinho nos cabelos dela.

- Está... Eu estou com medo, Henri, eu não quero que aconteça nada com o nosso bebê.... - ela chorou, passando a mão pela barriga. - Dói muito, não me falaram que doía tanto assim...

- Oh minha rainha... Não fique assim... - ele disse compadecido - Você é forte e nosso bebê também. Eu te amo e vai dar tudo certo. - ele diz e dá um beijo em sua cabeça. - Virginie chame por Nina e Carlota...

- Eu chamei meu irmão, elas estão vindo. - ela responde sentando do outro lado da cama e arruma os cabelos dela tirando os do rosto, pois a dor era tão grande que fazia a jovem rainha transpirar.

- Vai ficar tudo bem, minha cunhada. Confie! - ela diz calma.

- Eu estou tentando... - ela murmurou, segurando forte a mão do marido quando outra dilatação veio. Seu instinto a fez gritar e empurrar com força para baixo. - Por Deus, peça para elas virem mais rápido!

- Aby, desça na cozinha e veja porque demoram tanto, por favor.. - Virgine pede a costureira.

Com uma saudação a mulher sai as pressas.

Não demorou muito até ela voltar com as duas; mais uma bacia com água morna e muitas toalhas e lençóis e uma tesoura.

- Pronto... Pronto majestade. Já chegamos e vamos ajuda-la, viu? - Nina disse calma. Ela olha para Henri e se dirige a ele - Majestade, o senhor pode esperar lá fora. Quando terminar vamos chama-lo.

Ele franze o cenho pra ela.

- Como? Eu não vou sair daqui Nina. Sou o pai dessa criança e é minha mulher que está parindo. Ficou maluca?

- Não é isso majestade, é que não é bom que o marido veja o parto. Pode ser ruim para o futuro do casamento. - ela explica.

- Ruim por que? É tão grave assim? - ele pergunta contido.

- Pode ser traumático. A situação de uma mulher ao dar a luz é algo divino, mas para o casamento não é bom. Confie em nós. Carlota e eu já ajudamos a muitas crianças virem ao mundo. O senhor e a princesa Virginie vieram ao mundo por nossas mãos. Sua criança está segura. - ela disse vendo que Carlota estava terminando de preparar Genevieve para o parto.

Henri ficou muito pensativo. Queria ficar, mas estava com medo. O que poder ser tão traumático no nascimento de seu filho? ele perguntava a si mesmo.

- E se eu ficar só do lado dela... Pode? - perguntou ele.

Nina sorriu para o rei.

- O rei prometer não sair daí, pode. - ela responde.

- Tudo eu não vou sair. Ficarei comportado como estou desde já. - ele diz assentindo.

Virginie sorriu e ajudou a pegar as toalhas e por perto da cama junto a bacia com água. Nina olha para Genevieve com carinho e se dirige a ela:

- Majestade, vou lhe tocar embaixo para saber que posição a criança está. Está bem? Fique calma e tudo vai dar certo. - ela diz.

- Tudo bem, mas seja rápida, por favor Nina... Dói muito. - ela disse com a voz entrecortada.

- Farei tudo o que puder, majestade. - ela assente e se poe a lavar as mãos antes de examina-la.

Com o toque Nina sentindo que a criança estava na posição certa. Genevieve gemia cada vez mais quando as contrações aumentavam. Virginie fica ao lado da cunhada tentando tranquiliza-la. As empregadas então começam a fazer o seu trabalho. Com as pernas da rainha bem abertas pediram que respirasse fundo e fizesse bastante força. Genevieve a obedece segurando firme na mão do marido. Ela grita de dor e Nina pede outra vez que faça mais força. Respirando fundo ela une força e empurra o bebê pra fora sentindo tudo dentro dela se abrindo. Henri ficou com aflição de vê-la tão sofrida, mas nada podia fazer, apenas ficar ao seu lado estava ajudando.

Virginie secava a testa dela de tempos em tempos. Carlota ministrava ajuda a Nina durante o parto. A criança era grande e precisava de muito esforço da mãe sair.

- Quero que a senhora respire fundo e ponha toda a força que tiver empurrando para baixo. Precisamos que os ombros passem primeiro. - Nina disse.

Genevieve assente e se pôs a respirar fundo. Fazendo a força pedida ela empurra com toda força para baixo, assim como Nina pediu. Henri que apenas segurava sua mão começa a incentiva-la:

- Isso.... Força meu amor... Eu estou aqui... Eu estou aqui. - ele diz.

A rainha grita alto sentido o filho sair dela. Nina rapidamente puxa a criança para fora.

- É um menino, é um menino! - Diz a empregada com um largo sorriso.

Todos começam a sorrir e Genevieve chora de emoção em meio a exaustão que sentia. Carlota corta o cordão umbilical e cuida da limpeza do bebê. Nina termina os cuidados com a mãe. Henri olha emocionado para esposa e beija seus lábios com amor enquanto escutavam o choro forte da criança.

- Obrigado meu amor, eu te amo tanto... - sorrindo ele a beijou novamente fazendo carinhos em sua cabeça.

- Eu te amo muito mais, amor... - ela sorriu cansada e olhou ao redor. - Onde está me filho, traga-o aqui, Henri. Quero vê-lo. - ela pediu risonha.

- Nina e Carlota estão cuidando dele, minha cunhada. Daqui a pouco ele estará em seus braços. - Virginie respondeu. - Parabéns, minha amiga. Você foi muito bem. - Ela diz pegando em sua mão.

- Obrigada, minha cunhada. Foi difícil, mas eu consegui. - ela sorriu. - Estou muito feliz.

- Minha mulher é uma heroína. - Henri disse orgulhoso - Mas não fale muito, você precisa descansar, hum?

- Está bem, senhor mandão. - ela ri de leve

Eles sorriram e a deixaram descansar.


Continua...

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