quinta-feira, 26 de junho de 2014

Royals Love_Capítulo 14

Capítulo 14


Três horas depois os convidados principais da festa começaram a ir embora. Preocupado com a esposa, que agora carregava seu herdeiro no ventre, Henri pediu licença e disse que iriam se deitar, deu ordens para que Paolo acomodasse adequadamente a família de Genevieve, passariam a noite no reino. O conselheiro assentiu e levou os hospedes para o segundo, acomodando os reis de Vernay e o príncipe, no quarto que as empregadas haviam arrumado.

Já era madrugada quando Richard finalmente ouviu o silêncio reinar o castelo. Levantou-se da cama com um pequeno sorriso e saiu do quarto, andando devagar pelo corredor até o a porta do quarto de Virginie. Abriu lentamente e a viu dormindo serenamente. Trancou a porta e se deitou ao lado dela, passando o braço por sua cintura. Cheirou seus cabelos e suspirou, sentindo uma enorme saudade de ficar assim, deitado ao lado da mulher que tanto amava.

- Meu anjo... - ele chamou baixinho no ouvido dela, beijando seu pescoço. - Acorde, minha princesa...

- Hum... Richard... - ela disse sonolenta ao reconhecê-lo. E logo se aconchegou nos braços dele. - Você é maluco sabia? - sorriu com os olhos fechados

- Eu sei, amor... Mas não pude resistir te ter tão perto e tão longe ao mesmo tempo. - ele sussurrou, começando a beijar a nuca. - Estou morrendo de saudades, Vernay estava uma correria por conta da nova produção de espadas que fora criada e eu tinha que testar cada uma com os soldados... Não tive tempo de vir lhe ver durante essas duas últimas semanas. Me perdoe.

- Não há o que perdoar, meu amor. Entendo os vossos compromissos... - ela diz virando-se para olha-lo - O mais importante agora é que está aqui... Comigo. - ela sorriu acariciando o rosto dele, mais desperta.

- Sim, estou... E só vou embora se me expulsar. - ele riu.

- Isto certamente não vai acontecer, meu caro príncipe. - ela disse subindo no corpo dele ficando por cima - Acredito que queiras apenas um beijo de boa noite... - ela sorri arqueando a sobrancelha.

- Um beijo... Um abraço... Você inteira. - ele sussurrou, mordendo o lábio de leve e passando a mão pela lateral do corpo dela.

Sorrindo ela alisa os cabelos do amado mirando seu rosto, gravando cada detalhe de sua beleza na mente.

- Te amo tanto Richard... Parece que vivo um sonho quando você está por perto. - ela diz carinhosa

- Eu te amo muito mais, meu anjo... E o que estamos vivendo não é só um sonho, é uma realidade que eu pretendo mostrar ao mundo. Quero que todos saibam que você é só minha, meu amor. - ele disse, acariciando as costas dela. - Toda minha.

- Ah Richard... - Suspirou com o coração derretido. Quero ser sua pra sempre. Esse é o meu maior desejo.

- E você será, meu anjo... - ele puxou o rosto dela para perto do seu. - Você será...

Dito isso, Richard puxou o rosto dela para ainda mais perto do seu, tocando os seus lábios com carinho. O beijo começou lento e amoroso, mas logo o desejo e a saudade tomou conta dos dois.

Lentamente, Richard começou a subir a camisola de seda pelo corpo dela, parando acima de seu bumbum, onde acariciou com gosto, ouvindo-a gemer baixinho entre seus lábios. Em um movimento rápido, ele se sentou na cama e puxou a camisola dela pra cima, deixando-a nua. Virginie puxou a camisa que ele usava e acariciou seu peitoral nu de leve, os músculos definidos passando por seus dedos, fazendo-a arfar. Com o desejo aflorando cara vez mais, Richard passou os lábios pelo pescoço dela, descendo até seus seios, onde os beijou e acariciou com carinho.

- Virginie... Estava com tanta saudade, anjo... Não consigo mais ficar longe de você. - ele sussurrou, rodeando um mamilo com a língua.

- Nem eu consigo, meu amor... Nem eu... - ela gemeu com os olhos fechados

Richard passou a mão pela lateral do corpo dela e a livrou da peça íntima, começando a tocar o clitóris molhado com destreza. Virginie jogou a cabeça pra trás e gemeu um pouco mais alto, balançando o os quadris em cima do dele, sentindo-o extremamente excitado por debaixo da calça.

Colocou dois dedos dentro dela e começou a penetrá-la com mais vontade, movendo-o em forma circular enquanto beijava a boca de Virginie, deixando-a gemer entre seus lábios. Quando começou a mover os dedos com mais vontade, sentiu o interior dela esmagando-os, o orgasmo se construindo. Bastou apenas penetrá-la uma vez mais até o fundo e acariciar o clitóris com polegar e Virginie franziu o cenho, gemendo e gozando pra ele.

Ele tirou os dedos de dentro dela e desfez o cordão de sua calça, libertando o membro ereto para ela. Virginie arfou ao vê-lo tão excitado e Richard se tocou, esfregando o membro na entrada dela.

- Sente-se aqui, anjo... - sussurrou, mordendo o lábio inferior dela.

Virginie olhou pra ele, indecisa, mas sorriu de leve e sentou-se sobre ele, sentindo-o escorregar para dentro dela lentamente. Franziram o cenho pelo prazer alcançado, ele lhe segurou a cintura com força, começando movê-la sobre seu colo.

O prazer começou a ficar mais intenso, conforme ela ia tomando seu próprio ritmo. Gemiam juntos e se policiavam para não gritarem, riam quando não conseguiam fazer isso; tudo estava ficando intenso demais. Virginie jogou a cabeça pra trás, movendo seu quadril cada vez mais rápido, enquanto Richard ia a seu encontro com a mesma rapidez. Já estava o apertando dentro de si quando ele começou a tocar seu clitóris, circulando-o com os dedos e beijando seus seios.

O orgasmo estava vindo forte e rápido, então ele e a segurou pela cintura com uma mão e a acariciou com a outra, metendo mais rápido mais uma vez. Virginie puxou os lábios dele para os seus, gemendo alto e gozando pra ele, enquanto ele se liberava pra ela.

Richard suspirou e acariciou as costas de Virginie, que subiam e desciam por conta de sua respiração ofegante. Saiu de dentro dela lentamente e deitou-se com ela na cama, colocando-a sobre seu peito.

- Eu amo você, anjo. - ele sussurrou, beijando os lábios dela de leve.

- Te amo mais, meu homem perfeito. - ela murmura dando um beijo úmido e gostoso.

- Eu posso ficar aqui com você? Prometo ir para o meu quarto quando amanhecer, para não correremos o risco de ser pegos.

- Se fosse depender de mim, meu príncipe não sairia nunca mais deste quarto. - ela diz sorrindo - E o senhor pode ficar sim, não quero que corra riscos pelo corredor por minha causa.

- Ótimo! - ele sorriu de leve, a abraçando. - Assim, mataremos a saudade por completo. - passeou com o nariz pelo rosto dela.

- Sim, meu amor... Esta noite sou toda tua. - ela sussurra e deposita um beijo cálido na testa dele, e volta a repousar em seu peito.

Quatro meses depois.

A vida no reino de Modrieva seguia a todo o vapor. Quando a notícia de que a rainha estava grávida, se espalhou pela cidade, o povo entrou em festa. Era sempre assim quando um herdeiro estava a caminho. Eram paparicados pelos nobres e pelo povo mais pobre, que passara a admirar a rainha pelo seu grande coração.

O romance de Virginie e Richard continuava da mesma forma. Toda a semana ele ia a Modrieva e eles se encontravam escondidos na cabana que ele comprara, onde passavam a noite. Por sorte, nunca forma pegos em suas travessuras.

O outono chegara a Modrieva, fazendo com que a vasta região verde fosse tomada pela queda de folhas e flores. O tempo vivia instável, ora frio, ora calor e a chuva estava começando a preocupar todos na região. Uma semana inteira de chuvas, que se encerrou de forma forte e trágica. A madrugada inteira foi passada com uma chuva intensa e trovoada fortes.

Henri estava acordado escutando o mundo desabar lá fora numa pesada chuva. Genevieve se virava de um lado para o outro tentando arrumar uma posição confortável para dormir, porém estava cada vez mais difícil conforme a barriga crescia mais.

- Não consegue dormir também, minha rainha. - Henri disse a abraçando por trás.

- Não... - ela murmura. - Parece que o mundo vai desabar sobre nossas cabeças e eu também não consigo achar uma posição. - sorri de leve. - Estar grávida não é fácil, meu amor.

- Oh meu bem, não se irrite, logo o bebê estará entre nós. - ele diz carinhoso depositando um beijo atrás da orelha. Bem onde era mais sensível. depois chegando mais perto pegou o lóbulo e a segurou pela cintura. - Minha esposa estaria bem disposta agora para fazer amor com seu marido, hm?

Ela sorri.

- Eu sempre estou disposta a fazer amor com meu marido. Mas será que meu marido me quer, agora que estou com essa barriga crescendo e crescendo... - ela deixa frase vaga no ar, ainda sorrindo.

Henri vira o corpo dela pra ele olha-la. Mirando os seus olhos diz:

- Sempre vou sentir desejo pela mulher que amo, minha rainha. - ele diz pegando no laço da camisola o puxando para abri-lo - Esteja ela como estiver.

Soltando o laço da camisola dela se despiu até ficar uma única peça, cobrindo sua cintura. Ele passa as mãos pela abertura frontal da camisola empurrando-a para os ombros deixando a esposa completamente numa no seu campo de visão. Sentiu o membro se mexer ao vê-la tão linda e grávida.

- Minha esposa, és muito perfeita... Não há defeito algum em ti. Sinto um fogo queimar dentro de mim quando a vejo nua pra mim.

- É verdade?

- Sim... Veja por si mesma... - ele diz e pega a mão dela coloca sobre o membro enrijecido - Você deixa louco, minha rainha.

Genevieve arfou com rigidez do marido. Levando suas mãos na face dela a beijou com desejo. A rainha o acariciava ainda com a mão nele. Henri gemeu na boca da esposa enquanto ela termina de despi-lo. O rei faz o mesmo com ela, tirando de vez a camisola e a peça íntima que usava. A partir do beijo nos lábios ele começou as deliciosas preliminares. Escorreu os lábios pelo corpo dela até sua intimidade já úmida pela excitação. Enquanto a excitou com a mão seus beijos seguiram para o ventre grande e bonito dela. Ela sorri acariciante os cabelos dele. Henri lhe devolveu o sorriso e terminou a carícia em sua intimidade a fazendo gozar bem gostoso e lento.

Voltando aos lábios ofegantes da esposa, a beijou dizendo:

- Agora vamos tentar uma posição agradável a minha linda rainha, hum?

- Tudo o que meu marido quiser. - ela sussurrou pra ele.

- Muito bem, então vamos tentar isso... - ele disse a virando de lado e deitando atrás dela. Ergueu sua perna um pouco, segurando no alto. - Está sentindo desconforto, meu amor? - perguntou
Ela balança a cabeça dizendo não.

- Ótimo! Vamos nos amar assim e se você quiser mudar ou sentir algum desconforto é só dizer. - ele diz atencioso.

- Tudo bem. - ela murmura.

Ao ouvi-la dar seu sim, Henri a penetrou entrando aos poucos até se acostumarem à posição. Ela gemia pedindo mais conforte avançavam. Ele abaixou um pouco a perna colocando mais fundo dentro dela. Por causa da linha desta posição o atrito entre os genitais do casal era maior.

- Ah quão gostosa você é, minha esposa...

Henri gemia mordendo o ombro da esposa, enquanto ela agarra o lençol o chamando pelo nome e pedindo que acelerasse. Ele a atende com prazer pondo a sua perna embaixo da dela como apoio. Segurando-a pela cintura investiu sentindo o orgasmo o apertar.

- Se entregue, meu amor... Exploda pra mim, minha rainha... Exploda...

Disse rouco no ouvido completando a frase proporcionando muito prazer a ambos. Vendo que a esposa precisava apenas de mais um pequeno incentivo para explodir, ele molhou os dedos em sua própria boca e os pôs sobre o clitóris dela massageando forte fazendo movimentos circulares. Genevieve geme alto apertando mais o membro do marido. Apenas algumas investidas profundas são necessárias para fazer o casal gemer alto no clímax. Ofegante e satisfeito Henri a abraçou a esposa pela cintura.

- Você está bem, meu amor? Perguntou carinhoso.

- Muito, muito bem! - ela sorri ofegante, se virando um pouco. - Só falta uma coisa, rei Henri...

- O que falta a minha doce amada? -ele diz sorrindo

- Um beijo. Ou talvez dois... - ela sorri de lado.

Ele sorri saindo de dentro dela. Pegou o seu rosto entre as mãos e deu um beijo de língua de tirar o fôlego com mordidas leves no final.

- E agora, a minha rainha quer mais alguma coisa?

Ela diz que sim, movendo a cabeça.

- Dormir agarrada a você.

Henri sorri e abre os braços, esperando a esposa se acomodar entre eles. Os cobriu e a abraçou, dando um beijo leve em seu lábio, vendo-a entrar em sono profundo minutos depois. Acariciou a barriga de leve e logo começou a dormir, ainda ouvindo a forte chuva cair por toda Modrieva.

Continua...

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