Capítulo 14
Três horas depois os convidados
principais da festa começaram a ir embora. Preocupado com a esposa, que agora
carregava seu herdeiro no ventre, Henri pediu licença e disse que iriam se
deitar, deu ordens para que Paolo acomodasse adequadamente a família de
Genevieve, passariam a noite no reino. O conselheiro assentiu e levou os
hospedes para o segundo, acomodando os reis de Vernay e o príncipe, no quarto
que as empregadas haviam arrumado.
Já era madrugada quando Richard
finalmente ouviu o silêncio reinar o castelo. Levantou-se da cama com um
pequeno sorriso e saiu do quarto, andando devagar pelo corredor até o a porta
do quarto de Virginie. Abriu lentamente e a viu dormindo serenamente. Trancou a
porta e se deitou ao lado dela, passando o braço por sua cintura. Cheirou seus
cabelos e suspirou, sentindo uma enorme saudade de ficar assim, deitado ao lado
da mulher que tanto amava.
- Meu anjo... - ele chamou baixinho no
ouvido dela, beijando seu pescoço. - Acorde, minha princesa...
- Hum... Richard... - ela disse
sonolenta ao reconhecê-lo. E logo se aconchegou nos braços dele. - Você é
maluco sabia? - sorriu com os olhos fechados
- Eu sei, amor... Mas não pude resistir te ter tão perto e tão
longe ao mesmo tempo. - ele sussurrou, começando a beijar a nuca. - Estou
morrendo de saudades, Vernay estava uma correria por conta da nova produção de
espadas que fora criada e eu tinha que testar cada uma com os soldados... Não
tive tempo de vir lhe ver durante essas duas últimas semanas. Me perdoe.
- Não há o que perdoar, meu amor. Entendo os vossos
compromissos... - ela diz virando-se para olha-lo - O mais importante agora é
que está aqui... Comigo. - ela sorriu acariciando o rosto dele, mais desperta.
- Sim, estou... E só vou embora se me expulsar. - ele riu.
- Isto certamente não vai acontecer, meu caro príncipe. - ela
disse subindo no corpo dele ficando por cima - Acredito que queiras apenas um
beijo de boa noite... - ela sorri arqueando a sobrancelha.
- Um beijo... Um abraço... Você inteira. - ele sussurrou,
mordendo o lábio de leve e passando a mão pela lateral do corpo dela.
Sorrindo ela alisa os cabelos do amado mirando seu rosto, gravando
cada detalhe de sua beleza na mente.
- Te amo tanto Richard... Parece que vivo um sonho quando você
está por perto. - ela diz carinhosa
- Eu te amo muito mais, meu anjo... E o que estamos vivendo não
é só um sonho, é uma realidade que eu pretendo mostrar ao mundo. Quero que
todos saibam que você é só minha, meu amor. - ele disse, acariciando as costas
dela. - Toda minha.
- Ah Richard... - Suspirou com o coração derretido. Quero ser sua
pra sempre. Esse é o meu maior desejo.
- E você será, meu anjo... - ele puxou o rosto dela para perto
do seu. - Você será...
Dito isso, Richard puxou o rosto dela para ainda mais perto do
seu, tocando os seus lábios com carinho. O beijo começou lento e amoroso, mas
logo o desejo e a saudade tomou conta dos dois.
Lentamente, Richard começou a subir a camisola de seda pelo
corpo dela, parando acima de seu bumbum, onde acariciou com gosto, ouvindo-a
gemer baixinho entre seus lábios. Em um movimento rápido, ele se sentou na cama
e puxou a camisola dela pra cima, deixando-a nua. Virginie puxou a camisa que
ele usava e acariciou seu peitoral nu de leve, os músculos definidos passando
por seus dedos, fazendo-a arfar. Com o desejo aflorando cara vez mais, Richard
passou os lábios pelo pescoço dela, descendo até seus seios, onde os beijou e
acariciou com carinho.
- Virginie... Estava com tanta saudade, anjo... Não consigo mais
ficar longe de você. - ele sussurrou, rodeando um mamilo com a língua.
- Nem eu consigo, meu amor... Nem eu... - ela gemeu com os olhos
fechados
Richard passou a mão pela lateral do corpo dela e a livrou da
peça íntima, começando a tocar o clitóris molhado com destreza. Virginie jogou
a cabeça pra trás e gemeu um pouco mais alto, balançando o os quadris em cima
do dele, sentindo-o extremamente excitado por debaixo da calça.
Colocou dois dedos dentro dela e começou a penetrá-la com mais
vontade, movendo-o em forma circular enquanto beijava a boca de Virginie,
deixando-a gemer entre seus lábios. Quando começou a mover os dedos com mais
vontade, sentiu o interior dela esmagando-os, o orgasmo se construindo. Bastou
apenas penetrá-la uma vez mais até o fundo e acariciar o clitóris com polegar e
Virginie franziu o cenho, gemendo e gozando pra ele.
Ele tirou os dedos de dentro dela e desfez o cordão de sua
calça, libertando o membro ereto para ela. Virginie arfou ao vê-lo tão excitado
e Richard se tocou, esfregando o membro na entrada dela.
- Sente-se aqui, anjo... - sussurrou, mordendo o lábio inferior
dela.
Virginie olhou pra ele, indecisa, mas sorriu de leve e sentou-se
sobre ele, sentindo-o escorregar para dentro dela lentamente. Franziram o cenho
pelo prazer alcançado, ele lhe segurou a cintura com força, começando movê-la
sobre seu colo.
O prazer começou a ficar mais intenso, conforme ela ia tomando
seu próprio ritmo. Gemiam juntos e se policiavam para não gritarem, riam quando
não conseguiam fazer isso; tudo estava ficando intenso demais. Virginie jogou a
cabeça pra trás, movendo seu quadril cada vez mais rápido, enquanto Richard ia
a seu encontro com a mesma rapidez. Já estava o apertando dentro de si quando
ele começou a tocar seu clitóris, circulando-o com os dedos e beijando seus
seios.
O orgasmo estava vindo forte e rápido, então ele e a segurou
pela cintura com uma mão e a acariciou com a outra, metendo mais rápido mais
uma vez. Virginie puxou os lábios dele para os seus, gemendo alto e gozando pra
ele, enquanto ele se liberava pra ela.
Richard suspirou e acariciou as costas de Virginie, que subiam e
desciam por conta de sua respiração ofegante. Saiu de dentro dela lentamente e
deitou-se com ela na cama, colocando-a sobre seu peito.
- Eu amo você, anjo. - ele sussurrou, beijando os lábios dela de
leve.
- Te amo mais, meu homem perfeito. - ela murmura dando um beijo
úmido e gostoso.
- Eu posso ficar aqui com você? Prometo ir para o meu quarto
quando amanhecer, para não correremos o risco de ser pegos.
- Se fosse depender de mim, meu príncipe não sairia nunca mais
deste quarto. - ela diz sorrindo - E o senhor pode ficar sim, não quero que
corra riscos pelo corredor por minha causa.
- Ótimo! - ele sorriu de leve, a abraçando. - Assim, mataremos a
saudade por completo. - passeou com o nariz pelo rosto dela.
- Sim, meu amor... Esta noite sou toda tua. - ela sussurra e
deposita um beijo cálido na testa dele, e volta a repousar em seu peito.
Quatro meses depois.
A vida no reino de Modrieva seguia a todo o vapor. Quando a
notícia de que a rainha estava grávida, se espalhou pela cidade, o povo entrou
em festa. Era sempre assim quando um herdeiro estava a caminho. Eram
paparicados pelos nobres e pelo povo mais pobre, que passara a admirar a rainha
pelo seu grande coração.
O romance de Virginie e Richard continuava da mesma forma. Toda
a semana ele ia a Modrieva e eles se encontravam escondidos na cabana que ele
comprara, onde passavam a noite. Por sorte, nunca forma pegos em suas
travessuras.
O outono chegara a Modrieva, fazendo com que a vasta região
verde fosse tomada pela queda de folhas e flores. O tempo vivia instável, ora
frio, ora calor e a chuva estava começando a preocupar todos na região. Uma
semana inteira de chuvas, que se encerrou de forma forte e trágica. A madrugada
inteira foi passada com uma chuva intensa e trovoada fortes.
Henri estava acordado escutando o mundo desabar lá fora numa
pesada chuva. Genevieve se virava de um lado para o outro tentando arrumar uma
posição confortável para dormir, porém estava cada vez mais difícil conforme a
barriga crescia mais.
- Não consegue dormir também, minha rainha. - Henri disse a
abraçando por trás.
- Não... - ela murmura. - Parece que o mundo vai desabar sobre
nossas cabeças e eu também não consigo achar uma posição. - sorri de leve. -
Estar grávida não é fácil, meu amor.
- Oh meu bem, não se irrite, logo o bebê estará entre nós. - ele
diz carinhoso depositando um beijo atrás da orelha. Bem onde era mais sensível.
depois chegando mais perto pegou o lóbulo e a segurou pela cintura. - Minha
esposa estaria bem disposta agora para fazer amor com seu marido, hm?
Ela sorri.
- Eu sempre estou disposta a fazer amor com meu marido. Mas será
que meu marido me quer, agora que estou com essa barriga crescendo e
crescendo... - ela deixa frase vaga no ar, ainda sorrindo.
Henri vira o corpo dela pra ele olha-la. Mirando os seus olhos
diz:
- Sempre vou sentir desejo pela mulher que amo, minha rainha. -
ele diz pegando no laço da camisola o puxando para abri-lo - Esteja ela como
estiver.
Soltando o laço da camisola dela se despiu até ficar uma única
peça, cobrindo sua cintura. Ele passa as mãos pela abertura frontal da camisola
empurrando-a para os ombros deixando a esposa completamente numa no seu campo
de visão. Sentiu o membro se mexer ao vê-la tão linda e grávida.
- Minha esposa, és muito perfeita... Não há defeito algum em ti.
Sinto um fogo queimar dentro de mim quando a vejo nua pra mim.
- É verdade?
- Sim... Veja por si mesma... - ele diz e pega a mão dela coloca
sobre o membro enrijecido - Você deixa louco, minha rainha.
Genevieve arfou com rigidez do marido. Levando suas mãos na face
dela a beijou com desejo. A rainha o acariciava ainda com a mão nele. Henri
gemeu na boca da esposa enquanto ela termina de despi-lo. O rei faz o mesmo com
ela, tirando de vez a camisola e a peça íntima que usava. A partir do beijo nos
lábios ele começou as deliciosas preliminares. Escorreu os lábios pelo corpo
dela até sua intimidade já úmida pela excitação. Enquanto a excitou com a mão
seus beijos seguiram para o ventre grande e bonito dela. Ela sorri acariciante
os cabelos dele. Henri lhe devolveu o sorriso e terminou a carícia em sua
intimidade a fazendo gozar bem gostoso e lento.
Voltando aos lábios ofegantes da esposa, a beijou dizendo:
- Agora vamos tentar uma posição agradável a minha linda rainha,
hum?
- Tudo o que meu marido quiser. - ela sussurrou pra ele.
- Muito bem, então vamos tentar isso... - ele disse a virando de
lado e deitando atrás dela. Ergueu sua perna um pouco, segurando no alto. -
Está sentindo desconforto, meu amor? - perguntou
Ela balança a cabeça dizendo não.
- Ótimo! Vamos nos amar assim e se você quiser mudar ou sentir
algum desconforto é só dizer. - ele diz atencioso.
- Tudo bem. - ela murmura.
Ao ouvi-la dar seu sim, Henri a penetrou entrando aos poucos até
se acostumarem à posição. Ela gemia pedindo mais conforte avançavam. Ele
abaixou um pouco a perna colocando mais fundo dentro dela. Por causa da linha
desta posição o atrito entre os genitais do casal era maior.
- Ah quão gostosa você é, minha esposa...
Henri gemia mordendo o ombro da esposa, enquanto ela agarra o
lençol o chamando pelo nome e pedindo que acelerasse. Ele a atende com prazer
pondo a sua perna embaixo da dela como apoio. Segurando-a pela cintura investiu
sentindo o orgasmo o apertar.
- Se entregue, meu amor... Exploda pra mim, minha rainha...
Exploda...
Disse rouco no ouvido completando a frase proporcionando muito
prazer a ambos. Vendo que a esposa precisava apenas de mais um pequeno
incentivo para explodir, ele molhou os dedos em sua própria boca e os pôs sobre
o clitóris dela massageando forte fazendo movimentos circulares. Genevieve geme
alto apertando mais o membro do marido. Apenas algumas investidas profundas são
necessárias para fazer o casal gemer alto no clímax. Ofegante e satisfeito Henri
a abraçou a esposa pela cintura.
- Você está bem, meu amor? Perguntou carinhoso.
- Muito, muito bem! - ela sorri ofegante, se virando um pouco. -
Só falta uma coisa, rei Henri...
- O que falta a minha doce amada? -ele diz sorrindo
- Um beijo. Ou talvez dois... - ela sorri de lado.
Ele sorri saindo de dentro dela. Pegou o seu rosto entre as mãos
e deu um beijo de língua de tirar o fôlego com mordidas leves no final.
- E agora, a minha rainha quer mais alguma coisa?
Ela diz que sim, movendo a cabeça.
- Dormir agarrada a você.
Henri sorri e abre os braços, esperando a esposa se acomodar
entre eles. Os cobriu e a abraçou, dando um beijo leve em seu lábio, vendo-a
entrar em sono profundo minutos depois. Acariciou a barriga de leve e logo
começou a dormir, ainda ouvindo a forte chuva cair por toda Modrieva.
Continua...
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