quarta-feira, 21 de maio de 2014

Royals Love_Capítulo 6


Capítulo 6

Richard olhava resignado e impotente para a cena a sua frente. Sua irmã havia se casado para pagar uma dívida, e ele nem pôde defendê-la. Sua alma de guerreiro estava completamente atacada naquele momento, ao vê o Rei Henri tomando os lábios dela com devoção. Farto de tudo aquilo, ele suspirou e se afastou, andando até os jardins do castelo. Aquele lugar lhe lembrava da última vez tinha ido ali; onde "lutara" com a princesa mais linda que já havia visto. Sentia imensa falta dela. Ainda com ela nos pensamentos, escutou uma voz atrás de si:

- Boa noite nobre cavaleiro...



[Vestido de Virginie para o casamento do irmão]

Richard se virou e a olhou de cima à baixo. Com uma roupa viva ela ficava ainda mais linda, os olhos tinham um brilho diferente enquanto sorria.

- Boa noite. doce princesa... - ele sorriu

- Cansado do casamento? - perguntou com um meio sorriso.

- Resignado... - ele disse em um tom de amargura. - Não foi desse jeito que pensei que veria minha irmã mais nova se casar.

- Também achei prematuro, mas... - Ela dá os ombros impotente. - Eles são nossos irmãos príncipe Richard, a única coisa que podemos fazer é ajuda-los quando for necessário. - disse docemente.

- Então você pode fazer uma coisa por mim? - ele perguntou, segurando sua mão.

- Posso... - ela assente.

- Cuide de minha irmã? Eu sei que ela deve está lhe evitando agora, ela não tem uma ideia boa sobre você, mas sei que você é uma ótima pessoa e tenho certeza que logo, logo vocês duas estarão se dando bem, então... Cuide dela, por mim? - perguntou, beijando as mãos dela com carinho.

Com um sorriso terno Virginie acolheu as palavras do príncipe.

- Sim, cuidarei dela, pode ter seu coração tranquilo, Richard.

- Obrigado, minha doce Virginie... - ele sorriu e passou a ponta dos dedos pela lateral do rosto dela. - És tão linda, princesa... - sussurrou, mordendo o lábio. - O que estou sentindo por você, Virginie, é algo totalmente diferente. Só faz crescer, junto com um desejo intenso. Esse tempo que passamos longe foi muito ruim pra mim, nunca pensei que ficaria tão triste ao ficar longe de uma mulher que acabara de conhecer, mas isso aconteceu comigo. Vê-la agora faz meu coração transbordar de alegria.

- A mim também foi difícil ficar longe de você, Richard... - detalhadamente olhou as feições do rosto dele - Mal podia esperar para vê-lo novamente, nem que fosse um segundo... - disse sentindo o coração subir a garganta, apertando-a de ansiedade.

Richard sorriu e se aproximou dela, tomando seu rosto delicadamente em suas mãos.

- Então... E posso matar a saudade de nós dois?

- Pode... - Disse quase inaudível sentindo o corpo estremecer.

Richard olhou para todo o rosto da princesa, antes de aproximar seus lábios dos dela. Tocou-os de leve, sentindo a textura macia e quente que eram os lábios de sua doce princesa. Iniciou um beijo calmo, apenas selando os lábios e logo depois pediu passagem para a língua, tornando o beijo mais intenso. Virginie o seguiu, colocando os braços ao redor do pescoço do príncipe, entregando-se completamente àquele momento. Quando se afastaram, Richard beijou todo o rosto dela, ouvindo o som gostoso de sua risada baixa.

- Estou encantado por você, Virginie. Completamente encantado!

- Eu também, Richard... - Suspirando. - Isto que fizemos, superou tudo que já li nos livros de mamãe.. - sorriu tímida.

- Pois então devemos escrever uma história só nossa, minha querida. - ele deu um beijo cálido em seus lábios. - Se me permitir, sempre virei aqui para vê-la.

- Sua presença será sempre uma honra, príncipe Richard. - Ela sorriu - Beijas muito bem... Tenho sorte de tê-lo conhecido para... Ser o primeiro. - Mordeu o lábio encabulada.

- O... O primeiro? - ele pergunta, vendo a princesa assentir. - Oh Deus, Virginie. Se eu soubesse disso eu teria sido muito mais romântico, muito mais cuidadoso... - ela o interrompeu;

- Não diga isso, por favor. Foi perfeito! Perfeito como aquelas estrelas ali no céu... - ela olha pra cima suspirando e volta pra ele - Veja cada uma brilha a sua maneira, mas todas são reluzentes e perfeitas. - Com carinho passou a mão no rosto do príncipe - Você tornou isso mágico, Richard... Obrigada. - sorriu docemente.

- Eu que devo agradecer, minha doce Virginie. Obrigado por me deixar ser o primeiro.

O casal sorriu e voltaram a se beijar, selando assim o começo de um lindo e infinito amor.

O mais novo casal aproveita o máximo que podem até voltarem ao salão. Dispersando-se na multidão, eles apenas flertavam olhares calorosos um ao outro. Virginie acabara de descobrir que o amor poderia ser muito saboroso se provado pessoalmente. Sorrindo tímida na despedida dos familiares da noiva, sentiu o mesmo arrepiado do jardim voltar a sua espinha quando Richard beijou as costas de sua mão com delicadeza.


Sorrindo discretamente a reverenciou antes de deixar o castelo. A jovem lutou para não se desfazer diante dos poucos convidados. Contendo o sorriso foi pedir licença ao irmão para descansar. Henri a autorizou desejando descanso e uma boa noite.Cumprimentando a cunhada Virginie se despediu desejando boa noite aos noivos. Genevieve agradeceu com um gesto de cabeça e com a voz quase inaudível disse o mesmo a ela. Com reverência Virginie os deixou acompanhada por Carlota, sua criada fiel.

Pouco depois que Virginie se recolheu, Genevieve decidiu fazer o mesmo.

- Eu também vou me recolher, Henri... O dia e a noite foram bastante longos. - ela diz, olhando para o marido.

- Sim minha esposa, tens razão. - Assentiu. Com o olhar pediu que Nina acompanhasse. A mulher imediatamente o atendeu chegando perto da noiva. - Pode ir, Nina vai acompanha-la até seu quarto.

- Certo. Tenha uma ótima noite, Henri. - ela disse, vendo-o assentir.

Acompanhada pela empregada, Genevieve começou a subir as escadas, indo em direção a seu quarto.

Henri pediu que Paolo dispersasse o restante dos convidados, pois a maioria deles estava bêbada pelos cantos. O conselheiro assentiu vendo o rei sair de seu trono seguindo no corredor que dava para o seu aposento. Passando pela porta do quarto ele tirou a coroa e o pesado casaco de pele animal. Respirou aliviado pensando como faria para desposar sua amada esposa. Aquele juramento curto latejava em sua mente. De certo ele não poderia obriga-la a ama-lo por causa das condições que a trouxeram até ali. De fato ele não tinha como cobra-la, porém tinha de convencê-la que as coisas seriam assim dali em diante. Ele era o rei... Ela era sua esposa e logo, seria coroada rainha para sentar-se ao seu lado no trono de Modrieva.

Convicto do que faria em suas núpcias, ele saiu do quarto com uma ideia.

Genevieve estava sem o terrível vestido de noiva. Aliviada por Henri não acompanha-la ao quarto, esperava apenas que Nina desatasse os vários laços de seu espartilho para dormir tranquila e finalmente em paz.

O pensamento mal se dissipou da mente quanto ouviu a porta abrir, e uma voz grave soou no quarto:

- Nina, deixe isso. Eu termino de despir minha esposa. - Ele ordena.

- Sim majestade! - Disse a criada com uma reverência, deixando o quarto imediatamente.

Henri olha a jovem esposa de cima abaixo se aproximando. Quando estava para toca-la Genevieve virou bruscamente pra ele, com o rosto fechado em seriedade.

- Eu pensei que tivesse deixando bastante claro que não haveria nada entre nós, Henri. - ela disse, sentindo-se exposta usando apenas sua roupa intima e o espartilho. - Por favor, deixe o meu quarto e chame Nina de volta.

- Nina não voltará até que o dia amanheça, minha irritada esposa. - Disse olhando pra ela de cima abaixo - Certamente recordo cada palavra que dirigiu a mim esta noite, mas não posso concordar com elas... - ele se aproxima mais - Somos marido e mulher agora, Genevieve. Por mais que me odeie é o meu nome que carregas nesta aliança em seu dedo, portanto, não deixarei este quarto até cumprir com meus deveres de esposo.

- Eu nunca quis carregar esta bendita aliança, muito menos o seu nome e sabes disso. - ela diz, sentindo o coração palpitar pela proximidade dele. - Não pode simplesmente me obrigar a me deitar contigo.

- E quem disse a minha adorada que vou obriga-la? - Sorriu de lado a pegando de surpresa pela cintura. Abaixou-se para beijar o pescoço nu da esposa. - Gosto quando fica irritada, meu amor... Deixa-me mais louco por você... - disse em sussurro sobre a pele.

Genevieve soltou um suspiro ao senti-lo explorar uma área tão vulnerável.

- Eu não entendo por que és tão obcecado por mim... - ela murmura, se controlando para não fechar os olhos. - Não seria mais fácil encontrar uma mulher que goste de ti?



- Não é tão simples, minha esposa. - Ele volta seu olhar no dela alisando seus cabelos com a mão livre - Você mexe comigo como nenhuma outra... Não sei explicar, mais vai além do que qualquer mulher já chegou. - disse sincero. - Você nasceu pra mim, Genevieve.

- Creio que esteja um tanto equivocado, Henri. - ela disse, olhando pra ele. - Na minha opinião, eu sou apenas um capricho pra você.

Ele estreita os olhos pensativo, mas logo mudou a expressão erguendo uma sobrancelha apenas.

- Então deixe-me provar o contrário, minha esposa? Posso fazê-la mudar de ideia se me permitir. - disse convidativo ainda a segurando em seus braços fortes.

- Fazendo com que eu me deite com você? - ela perguntou, também arqueando uma sobrancelha

- Entenda como quiser, mas é provável que me peça isso, minha amada esposa. - Disse sem mudar a expressão.

- Que eu peça? - ela riu, jogando a cabeça pra trás. - Isso só me prova o quanto não me conheces, senhor rei. - disse ácida no final, empurrando-o pelo peito. - Está na hora de me soltar e sair do meu quarto, Henri.

Henri tomou espaço para vê-la caminhar aturdida pelo quarto procurando alguma coisa somente para ignora-lo. Ele sorriu da tática dela.

- Este truque não tem serventia comigo, meu amor. Já disse não vou embora, preciso cumprir com meus deveres e palavra de rei não volta a trás. - Falou cruzando os braços permanecendo parado onde estava.

- Pois ficará esperando! - ela disse, virando-se pra ele. - O senhor não é o único que tem a paciência curta, Henri. Eu estou cansada e preciso dormir, poderia, por favor, pedir para Nina vir ajudar a me desarrumar? Não consigo tirar o espartilho sozinha!

- Tenho duas mãos livres à vossa disposição... - ele disse, mostrando as mãos pra ela, sorrindo de lado.

- Pois eu quero as mãos de Nina e não as suas! - ela diz, irritada.

Revirando os olhos Henri foi até a esposa, pegando em seus braços virou-a de costas. Segurou as fitas do espartilho começando a puxa-las com força desatando uma por uma. O corpo de Genevieve balança com os puxões do marido em sua lingerie. Mais que irada, se pôs a falar:

- Para com isso, você está estragando a minha roupa! - ela diz em voz alta, tentando sair das mãos dele.

- Pare de se mexer, Genevieve ou farei desta peças apenas um trapo! - Falou sério num tom autoritário. - Estou apenas servindo minha esposa. Você não queria tira-la?

- Eu não queria que você tirasse, parece um brutamontes! - ela diz raivosa, ficando quieta. - Ande logo com isso, já que começou.

Dessa vez ele não segurar o riso. Henri riu enquanto desatava as fitas. Quando silenciaram o rei sabia que estava na hora de por seu plano em prática. Movendo as mãos com mais cuidado mexia na lingerie. Passou a língua nos lábios para molha-los e os aproximou da nuca da esposa dando um beijo suave. A pele imediatamente se arrepia. Ele volta ali com mais beijos molhados. Ouviu Genevieve reprimir um gemido. Lembrando do primeiro beijo do casal fez questão continuar a arrepia-la com mais carinhos.

Desceu os lábios pelo ombros, beijando e mordendo a pele. Ela não queria se entregar, devia ser forte, mas Henri sabia muito como pisar naquele terreno minado. Desfazendo os últimos laços beijava a extensão das costas da esposa deixando a lingerie escorregar até o chão. Sem dar tempo dela revidar em mais reclamações, Henri a tomou nos braços com um beijo quente cheio de paixão. Caminhando até a cama, a deitou sobre o colchão sem deixar seus lábios. Suas mãos percorrem a lateral do corpo apertando nas coxas e bumbum. Ela reprimiu mais um gemido. Henri apenas observava o esforço monumental de sua amada para não se mostrar fraca diante dele. Mais uma vez ele desce os beijos. Seguiu para o colo devotando total atenção os seus seios jovens e pequenos.

Os beijou um a um com sofreguidão. Massageou enquanto os sugava com força e mordiscava o mamilo já enrijecido. Enfim, ela gemeu mais alto. Henri se alegra internamente, não podia sorrir ou cantar vitoria. Isso destruiria o clima. Continuando os carinhos seguiu com os beijos fazendo uma linha reta pela pele branca até a intimidade. Mordeu o lábio de excitação, não tardando a chegar naquele ponto.

Alisou a área com a boca, primeiramente. Beijou levemente três vezes e passou a língua debaixo para cima. A princesa gemeu mais uma vez mordendo o lábio. Henri lambeu mais uma vez, ela novamente geme. Percebendo o estado dela continuou beijando, lambendo e sugando a intimidade tão amada por ele. Sua esposa era deliciosa o o fazia querer mais e mais. Quando o impulso do prazer foi alto, Genevieve agarrou os cabelos dele com força, ele entendendo o recado a sugou com vontade manipulando o clitóris com a mão livre, trazendo a tona um grito sincero de prazer oferecido pelo primeiro orgasmo da noite.

O rei volta aos lábios da esposa beijando com com carinho.



- Pronta para a nossa noite de núpcias, minha amada? - Sussurrou entre lábios.

- Deus... O que está fazendo comigo, Henri? - ela pergunta, ofegante. - Estou... - sussurrou, decidindo se entregar de uma vez por todas

Sorrindo ele acariciou o rosto dela.

- Então ajude a me despir... - ele disse rouco.

- És tão habilidoso em certas coisas e agora não sabe tirar a própria roupa, meu marido? - perguntou sarcástica, mas com um sorriso no canto dos lábios.

- Me despir é parte do vosso dever como esposa, minha amada. - Disse olhando pra ela - Você poderia sorrir mais vezes... Eu gosto.

- Quem sabe eu não sorrio se você fizer mais daquele negocio com a boca... - ela murmura sem pensar e logo depois sente o rosto enrubescer. - Oh... Esqueça o que eu disse!

Henri sorriu divertido.

- Farei sempre que minha esposa quiser. - Disse dando um beijo nela - Você quer mais daquilo? - sorriu de lado.

Ela assenti.

- Sim... Eu gostei muito. - sussurra

- Está bem, vou realizar o seu desejo, minha rainha. - Disse tomando a postura de antes.

O rei sai da cama. Desatando o nó da camisa, a tirou passando pela cabeça. Os olhos de Genevieve mal se continham por ver como ele era forte e musculoso. Uma chama quente começou a arder dentro dela enquanto aquele homem espetacular ficava como veio ao mundo.


Continua...

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