Capítulo 10
Rose falava com uma conhecida quando viu Hayato passar por perto
com outro rapaz. Ela pediu licença a moça e seguiu atrás dele e tocou seu
ombro:
- Oi... - ela disse abrindo um sorriso.
Hayato se virou e sorriu ao vê-la a sua frente.
- Olá gata... Como vai?
- Bem,,, E você? - ela disse vendo o outro rapaz se afastar.
- Estou melhor agora. Não sabia que estava aqui.
- Eu vim com meu irmão e a Maby. É... Eu queria pedir desculpa
por aquele dia. Foi uma confusão só e a gente nem pode se falar direito. - ela
disse um pouco sem jeito.
- Não tem problema, gata. Leonardo só estava querendo te
proteger, pena que eu não sou o lobo mal... - ele sorriu. - Quer dançar? Vir a
uma festa e ficar parado não é a minha praia...
Ela riu achando engraçado o que ele disse. Leo.. Lobo mau. Essa
foi boa!
- Quero sim. Vamos lá..
Hayato pegou na mão dela e a levou para a sala de estar que
virou uma discoteca. Uma música animada estava tocando e Hayato se aproximou de
Rose, começando a dançar colado a ela.
Leonardo, que estava rondando Rose de perto com o olhar, cerrou
o maxilar ao vê-la dançando com Hayato. O descendente de japoneses dançava
grudado as costas de Rose, que rebolava pra ele. Leo não sabia o que fazer
naquele momento. Não podia fazer um escândalo, mas não suportava a ideia de que
sua doce e perversa garota estivesse nos braços de outro cara e ele sabia, ela
só estava fazendo aquilo para provoca-lo. Sem saber Leonardo estava certo. Este era o objetivo de Rose,
provoca-lo. quando seus olhos encontraram os dele a observando ela dança com
mais sensualidade colocando as mãos para trás pegando a nuca do seu
acompanhante. Depois ela vira-se de frente para Hayato enlaçando as mãos em seu
pescoço. Ela a pega pela cintura trazendo cada vez mais perto. Sentindo que
receberia um beijo discretamente Rose brinca e se esquiva, e sorri pra ele. Hay
sorri pra ela e a puxa para o beijo mesmo assim. Domina seus lábios com ardor. Após o beijo eles continuaram dançando. Olhando para a direção
que seu "lobo mau" estava, o viu balançar a cabeça reprovando o ato.
Pela primeira vez ela se sente mal com suas ações. Ela fica confusa, mas
continua dançando.
Ao mesmo tempo em que se sentiu ruim e pensava em parar com
aquilo, Sharon falou alguma coisa para Leonardo e o puxou para a pista de dança
improvisada. Começaram a dançar e não demorou muito para a garota de cabelos
claros fazer o seu showzinho. Sentido e revoltado com as atitudes de Rose, ele
se entrega aos encantos da loira. Alisou as pernas dela e apertou seu bumbum
enquanto dançavam; e por fim a beijou como se o mundo fosse acabar dando a doce
e perversa Rose o mesmo troco.
O coração dela doeu nessa hora. Ela não queria mais ver aquilo.
Dançou mais um pouco na pista até a música terminar. Depois sussurrou algo para
Hayato e os dois foram pra varanda deixando Leo com uma certeza e uma pulga
atrás da orelha. Certeza que tinha atingido a seu alvo e dúvida sobre o que ela
aprontaria a seguir.
Na varanda, Rose revivia o beijo que Leo tinha dado em Sharon na sua
frente. A mágoa estava dando lugar a raiva e logo o plano que ela tinha em
mente ressurgiu, fazendo-a perceber que estava mais do que na hora de colocá-lo
em prática, virando-se para Hayato, disse:
- Hay, você esta com muito trabalho por estes dias?
- Não, gata... Os carros que estavam na oficina foram todos entregues
ontem, então estou livre essa semana. Por que?
- Porque vou precisar da sua ajuda, mas tem que ser segredo, ta? - ele
assente esperando ela continuar - Bem, eu quero entrar.nesse ramo de vocês...
Como competidora. Quero correr e só posso contar com você... - ela disse
sincera
- Como? - Hayato perguntou, ficando boquiaberto. - Está louca, Rose? Mas
é óbvio que você não vai competir, isso é muito perigoso, os caras que estão lá
têm anos de experiência, nem pensar!
- Hay por favor! Eu preciso correr. - pediu - Eu dirijo muito bem e voce
pode me ensinar algumas coisas. Vamos me ajude, hum? - disse manhosa - Prometo não
dar trabalho e ser uma aluna obediente.
- Não, Rose... - ele disse, se segurando pra não ceder àquele olhar pidão.
- Não posso te colocar em risco dessa forma, e seu irmão também... Se ele
descobrir, acaba com nós dois.
- Ele nao vai descobrir. Pode acreditar, conheço meu irmao e sei como
dobra-lo. Olha, eu queria muito que estivesse ao meu lado nessa, mas se nao
puder... Eu entendo. Posso pedir pra outra pessoa. Eu me viro. - Suspirou
voltando a olhar a cidade.
Hayato bufou, passando as mãos pelos cabelos. Não sabia o que fazer...
Ao ajudar Rose ele estava colocando tudo em risco: sua amizade com Gregory, seu
posto dentro de todo aquele esquema, seu "emprego"... Mas ele gostava
dela, isso era um fato. E ao ouvi-la dizer que pediria ajuda a outra pessoa,
ele refletiu melhor. Era melhor ele ajudá-la do que outra pessoa, não é? Pelo
menos ele poderia ficar por perto, auxiliando-a da melhor maneira. Suspirando
ele se virou pra ela:
- Está bem, Rose, você me convenceu... No que precisa de mim,
exatamente?
- Preciso de um carro. Não posso usar o meu porque daria muito na cara.
- ela disse - Hei, eu vi um carro amarelo encostado no galpao.. Parecia não ter
dono. Ele é de alguém?
- Sim, ele é meu. - ele disse, sabendo que estava cometendo uma das
maiores loucuras da sua vida. - Mas eu o empresto pra você.
- Ain, jura? - ela sorriu surpresa.
- Sim... - ele olhou pra ela e sorriu, por fim. - Você é louca, e está
me fazendo cometer uma loucura também, garota. Espero ser bem recompensado... -
ele a segurou pela cintura, de leve.
- Oh mais é claro que vai. Não ingrata, baby. E acredito que poderia
faze-lo agora mesmo... O que acha? - disse com um sorriso sedutor
- Acho que estamos enrolando muito... - ele riu, inclinando-se e
começando a beijá-la.
Duas horas depois Gregory chama Rose para ir embora e a manda chamar
Mabelle, que ainda dançava com Jamal na pista de dança. A festa havia acabado a
muito tempo pra ele. Não estava entendendo até agora porque Mabelle havia o
deixado de lado pra ficar com Jamal. Estava tudo bem com eles, não era mesmo?
Só de vê-la nos braços do "amigo", sentia seu sangue ferver. Sua vontade
era de ir até lá e arrancá-la dos braços dele, a força.
Rose assentiu e se despediu de Hayato com um beijo, quando o irmão a
deixou sozinha com ele novamente. Foi até a pista de dança e chamou por
Mabelle, que protestou dizendo que não iria embora. Jamal se ofereceu para
levá-la depois, e ela quase aceitou, mas sabia que se ficasse ele iria achar
que ela queria ir para outro lugar com ele e não, ela não queria. Recusando o
convite, ela se despediu dele com um beijo. Foram até Leonardo e se despediram
dele, que estava com cara de poucos amigos para Rose, que sorria como se nada
tivesse acontecido.
Depois de se despedirem, saíram do apartamento e desceram até o
estacionamento, onde Gregory as esperavam com o maxilar cerrado. Ao contrário
da ida, a volta pra casa foi feita em silêncio. Rose logo soube o porque do
irmão está tão puto, mas não entendia porque a amiga tinha ficado com Jamal na
frente dele. Assim que chegaram em casa Rose se despediu deles, subindo para
deixá-los sozinhos. Mabelle murmurou um boa noite estava quase subindo as
escadas quando Gregory disse:
- Mabelle, espera. Precisamos conversar.
- Sobre o que? - ela perguntou, virando-se pra ele.
- Nós. - ele disse serio.
- Hm... Existe um "nós"?
- Vamos conversar em outro lugar. Suas pernas vão ficar cansadas se
ficar ai..
Ela assentiu e o seguiu.
Sentaram na sala, de frente um para o outro. Gregory continua:
- Somos adultos e vamos ser francos, certo?
- Claro. - ela diz, também séria.
- Ok! Podemos ir direto ao assunto, então. - Ele limpa a garganta - Você esta interessada no Jamal?
- Ele é um cara bastante legal e atraente... Por que?
- Não foi nesse sentido que perguntei, Mabelle. Vou reformular... Sente
desejo por ele? - Gregory falou num tom mais frio.
- Eu não estou entendendo, Gregory, Pelo o que eu saiba eu sou uma
mulher livre, posso ficar com quem quiser... Só porque ficamos juntos, o que,
umas três vezes, eu tenho que te contar quando sinto ou não desejo por alguém?
- ela perguntou, fria também.
- Então é assim, vamos ficar nos pegando e.. Ser de outra pessoa?
- Você se preocupa com isso? Não me pareceu quando aquela morena te
agarrou na cozinha e você retribuiu... - ela disse finalmente, arqueando uma
sobrancelha
- Você viu... - ele respira fundo e passa a mão pelo cabelo. Gregory
perguntava a si mesmo o que estava acontecendo para Mabelle tinha tomado conta de sua
mente daquele jeito. Essa era uma verdade e que precisava ser dita ou enlouqueceria. - A
Allison não é como você...
- Com certeza não, mon cher. - ela sorriu, sarcástica. - Ela é bem
diferente! Acontece, Gregory, que se você tem o direito de ficar com outra
pessoa, eu também tenho, e se Jamal estiver disposto a ficar apenas comigo, eu
ficarei apenas com ele. Por enquanto eu estou solteira, mas talvez amanhã eu
não esteja.
- Mas você não.. Não pode ficar com ele, Mabelle. Não pode fazer isso
comigo. - ele disse olhando pra ela.
- E você pode fazer isso comigo? Pode ficar com outras mulheres na minha
frente, mas eu não? Me desculpe, Gregory, mas eu dou chance pra quem me da
exclusividade e não pra quem me trata como mais uma!
Gregory levanta do sofá e caminha inquieto pela sala. Estava confuso e
com medo. Medo de falar de uma vez que estava amando aquela linda mulher com
cabelos com de fogo. Confuso não entender como tudo aconteceu tao rápido e já deixava tanta marca. Respirando profundamente sentiu que deveria soltar tudo de
uma vez. Ela precisava saber ou seria o fim daquele sonho.
Greg sentou no sofá novamente, agora mais perto. Olhando nos olhos dela
disse:
- Mabelle, não quero que você fique com outra pessoa. Eu não quero outra pessoa. Eu quero você! Estar com você e ser seu por inteiro. Te ver com Jamal
me fez ver que o que estou sentindo é mais forte do que eu... - ele disse de
uma vez e pauso para respirar - Mabelle, eu quero que você seja minha namorada.
Só minha, do mesmo jeito que também serei só seu. Você aceita?
Mabelle abriu e fechou a boca duas vezes, em choque. Esperava qualquer
coisa, menos aquilo.
- Está falando sério?
- Sim, muito serio. - respondeu.
- Eu... Nossa, Greg, eu estou surpresa. - ela suspira, e logo depois
sorri. - Mas eu aceito. Eu aceito, Gregory.
Ele abre um sorriso aliviado.
- Obrigado, mon cher. - Gregory se aproxima e pega o rosto dela com as
mãos - Baby, vamos ser muito felizes. Serei só seu e você só minha. Gosto muito
de você e farei o que puder ser o melhor namorado que você já teve.
- Eu farei o mesmo, só preste atenção, Gregory... Eu acho que sou capaz
de perdoar qualquer coisa, menos traição. - ela murmurou , olhando para as
próprias mãos. - Eu amava meu namorado e ele me traiu com uma amiga que eu
gostava muito. Então eu sou meio traumatizada com isso.
- Isso não vai acontecer, meu bem. Prometo. - ele disse a olhando com
carinho - Hei, somos nos dois agora. O passado ficou para trás, mon cherry... -
sorriu de leve.
- Oui, mon amour... - ela sorri de lado e morde o lábio. - Então acho
que podemos começar a curtir o presente...
- Com toda certeza, minha gata... - ele sorriu puxando-a para beija-la
com ardor.
Após o longo e apaixonado beijo. Gregory sussurra no ouvido dela:
- O que a minha namorada acha de subirmos um pouco e aproveitar o resto
da noite, hum?
- Hm... Acho que estamos demorando muito pra fazermos isso. - ela
sorriu.
- Esta ansiosa, ma bele? - sorriu de lado
- Se eu falar que sim você vai ficar metido, mon cher... - ela riu
Ele riu e deu mais um beijo nela.
- Vamos la, mon cher.. Quero te mostrar uma coisa... - disse levantando
do sofá segurando a mão da namorada.
O casal sobe as escadas e segue para o quarto dele. Gregory abriu a
porta e viro de lado dando passagem. Mabelle passou sendo seguida por ele.
- Amor, me espera um minuto, volto já. - ele disse depositando um beijo
leve na boca dela.
Vendo assentir, Gregory desceu ate a cozinha, abriu a geladeira. Pegou
algumas coisas e voltou para o quarto com um sorriso de lado.
- Cheguei meu bem....- ele disse pondo os morangos, uvas e chantilliy
sobre a mesa que tinha ali - Vamos divertir, amor.
- Com tudo isso? - ela pergunta, curiosa
Ele assente e sorri. Abraça cintura de Mabelle com posse e dá um beijo
de tirar o fôlego, de repente. Abriu os botões da camisa sem parar o beijo.
- Ah mon cher, estou tão ansioso... -sussurrou rouco entre lábios - mal
posso esperar pra comer essas frutas em você..
Joga a camisa no chão e tira a saia. Tomou distancia segurando-a pela
pontas dos dedos.
- Perfeita.... Linda...
- Pode me ajuda com isso? - disse apontando para suas roupas
- Com certeza, mon ange. - ela sussurrou, sorrindo de leve.
Ela se aproximou dele e puxou a barra da camisa pra cima, tirando-a
dele. Passou a mão pelo peitoral dele ate chegar a calça jeans, onde
desabotoou. A tirou, deixando-o apenas de cueca boxer branca, soltou um suspiro
ao vê-lo quase nu e já excitado por ela.
- Prontinho, mon cher. - murmurou, olhando descaradamente pro corpo
dele.
- Adoro quando me olha assim... - ele disse a olhando com desejo.
- Estou retribuindo o seu olhar, baby... Não tem como o olhar de outra
forma.
Gregory pega Mabelle no colo por impulso, sentindo as pernas dela o
prender.
Segurou seu bumbum com as mãos firmes. Ela envolve o pescoço dele com os
braços para dar apoio em seguida se beijam como fervor inflamável da juventude.
Logo mais seguiram até a cama, deitando um sobre o outro. Gregory termina de
despi-la toda. Se afasta brevemente para buscar as frutas e o chantilly. Volto
para Mabelle com um sorriso lascivo.
Colocou a tigela sobre o colchão, ao lado deles. Pegou um morango e uma
uva, apontou para ela dizendo:
- Qual dos dois você quer primeiro, mon cher?
- Hm... O morango seria ótimo. - ela respondeu, sorrindo de lado.
- Também acho. - ele sorriu - Você quer?
Ela assentiu.
- Você vai me dar?
- Só se você quiser, amor... - respondeu com a fruta na mão.
- Eu quero, mon cher... - ela murmurou, mordendo o lábio. - A fruta e
você.
- Assim seja, mon cherry. - Ele diz levando a fruta até os lábios de
Mabelle. Ela morde a fruta e mastiga sentindo a doçura descer pela garganta.
Quando engoliu Greg se aproxima dela e a beija amoroso. - Agora é minha vez...
Pegando outro morango o levou até de volta a boca da amada e passou em
seus lábios. Desceu a fruta em linha reta pelo queixo, pescoço, tronco e
barriga. Colocou a fruta ali e a mordeu roçando a língua e os dentes naquela
pele delicada. A moça geme baixo. Gregory agora pega outro morango e repete o
processo descendo um pouco além. Colocou a fruta na região acima do clitóris,
abriu bem a boca para abocanhar as duas. Um arfar é ouvido por ele. Assim que
mastigo a fruta, a engoliu e disse:
- Nunca provei nada mais gostoso, minha bela... Você quer mais? - ele
disse baixo e sexy.
- Oui... - ela geme em resposta, ofegando.
- O que você quer então? - ele diz
- Eu quero seus lábios aqui... - ela passou a mão pelos seios e logo
depois desceu a ponta dos dedos pela barriga. - E depois aqui, mon amour... -
ela sussurrou, pousando os dedos em cima da sua intimidade.
- Ah como você é determinada, meu bem. Gosto disso. - ele diz olhando
pra ela com desejo. - Vou fazer o que me pediu e mais um pouco, ok?
- Faça tudo o que quiser... - ela sussurrou pra ele.
Sem dizer mais nada Gregory assentiu sabendo tudo o que faria.
Ele pega a lata de chantilly e se inclina para usar no corpo de Mabelle.
Ela só o observava colocar um pouco do doce em seus seios e lamber lentamente.
Colocou um pouco mais e os chupou mais forte fazendo ela gemer com a voz mais
elevada. Mirando a lata em outra posição desenhou um coração barriga pôs
algumas frutas. Arrastando a língua quente sobre a pele lambeu tudo, em seguida
dividiu as frutas com ela entre beijos.
Seguindo o pedido feito, ele desceu mais e parou de frente à intimidade.
Olhou para ela mais uma vez umedecendo os lábios e abaixou-se ali. Beijou-a
primeiramente. Tocou os grandes lábios com a ponta dos dedos indo para o centro
fazendo que ia penetra-la, mas não o fez. Mabelle se contorce de ansiedade e
desejo. O queria logo. Gregory continua a deliciosa tortura a até ouvi-la
implorar inquieta que precisava dele logo ou gozaria em breve. Sorrindo ele
pega a lata de chantilly, coloca um pouco em seu dedo e passa na intimidade.
Olhou novamente para Mabelle e se pôs a lamber e chupa-la com vontade. As mãos
descem até a cabeça dele e o quadril ia a seu encontro. Gemeu alto enquanto ele
a levava a loucura até fazê-la gozar.
Passando por cima do corpo da amada ele a beijou fazendo o caminho de
volta pela pele branca e delicada que tinha. Por último beijou seus lábios.
- Quero te dar um pouco de doce, amor.. Você aceita?
- Eu aceito. - ela diz, sabendo que naquele momento não seria capaz de
negar-lhe nada.
- Certo.. - ele sorriu. Gregory coloca chantilly no dedo e leva a boca
dela, falando sexy e convidativo - Come...
Mabelle olhou pra ele e passou a língua pelos lábios antes de fechar a
boca ao redor de seu dedo. Sugou lentamente no começo, mas aumentou a pressão
quando chegou ao final, limpando todo o doce do dedo dele.
- Hm... Eu gostei, mon cher. - ela murmurou, passando a língua pelo
canto dos lábios ao olhar pra ele.
- Gostou, né? Quer mais? - ele disse mordendo o lábio.
- Oui, mon cher.
Novamente e a serve com doce.
- Aqui está, minha deusa...
Ela chupa o dedo dele novamente, vendo o olhar de desejo que ele dava
pra ela. Deixando o lábio sujo propositalmente, ela murmurou:
- Por que você não vem aqui limpar isso, mon cher?
- Estou indo agora mesmo, querida... - ele diz se aproximando.
Colou seus lábios ali e limpou a boca dela num beijo ardente que fez seu
corpo reagir. Seu quadril pressionou o dela com ansiedade. Gregory sabia que as
brincadeiras eram uma delicia, mas ele queria muito fazer amor com ela. Queria
desde o início, porém respeito o pedido dela pra que esperasse. Agora ele não
pudia mais conter o desejo. Precisa daquele corpo, precisa dela por inteira.
Então cheio de esperança ele a olhou nos olhos e disse:
- Linda, o que você acha de fazermos amor, hum? Eu sou louco por você...
- ele alisou o rosto dela com carinho - E gostaria de poder te satisfazer do
melhor jeito, mas pra isso preciso da sua autorização... Então, você aceita?
- Hm... - ela murmurou, sorrindo de lado. - Estou meio que atendendo a
pedidos, hoje, mon cher... Vamos realizar seu desejo.
- Uau, podemos mesmo? ele disse olhando pra ela. - Não quero força-la a
nada, certo? Só fazermos se tiver certeza.
- Eu quero, Greg. - ela disse, passando a ponta dos dedos pelo rosto dele.
- Nossas brincadeiras são maravilhosas, mas... Eu preciso de você. Por
completo.
- Ah minha linda, como é bom ouvir isso. - ele sorriu.- Eu também adoro
nossas brincadeiras, mas... Precisamos de mais. E vou dar isso a você.
Dando mais um beijo na boa dela, Gregory inicia os carinhos pra enfim
toma-la para si. Mabelle seria toda dele e ele todo dela. O beijo vai ficando
intenso. As mãos percorrem a extensão do corpo de ambos. O membro dele pulsa
dentro da cueca enquanto pressiona a intimidade da francesa. Descendo a mão
ali, Greg começou a excita-la novamente até deixa-la pronta. Quando isso
aconteceu, ele estica-se até criado mudo e pegou um preservativo na gaveta. O
segurou diante da namora.
- Você pode me ajudar com isso, amor? ele disse, rouco.
- Oui, mon petit. - ela murmura, sentando-se na cama.
Pegou o preservativo da mão dele e antes de abrir o pacote, abaixou a
cueca que ele usava, vendo o membro excitado pular pra fora. Mordendo o lábio
pra conter um gemido, ela abre o pacote do preservativo e o joga ao lado da
cama. Pegou o pênis dele em sua mão e torceu um pouco a ponta do preservativo,
antes de colocá-lo lentamente sobre o membro de Gregory, aproveitando para
tocá-lo no meio do caminho.
- Certo? - perguntou, ao terminar de "vesti-lo".
- Perfeito amor, e suas mãos são maravilhosas.Obrigado. - ele disse e a
beijou.
Pondo Mabelle deitada novamente deitou ao lado dela. Movendo o corpo se
colocaram um pouco de lado. Ele fica entre as pernas da moça apoiando uma dela sobre
seu quadril. Colocou seu membro pulsante na entrada, colocando para dentro até
chegar ao fundo. Mabelle o sentiu todo. Que sensação maravilhosa de
preenchimento, Gregory desliza a mão pela batata da perna subindo até a coxa e
bumbum, que ele apertou fazendo Mabelle gemer com a pressão.
Logo os movimentos começaram. Intensos e profundos. Gregory arfa cada
vez mais.
- Ah como você é perfeita, minha bela... - ele murmura, tendo o controle
da situação. - E como é apertada...
- Você é tão bom, Greg... Tão grande... - ela geme, fechando os olhos.
- Você me deixa maluco... - Disse investindo mais para ouvi-la gemer.
- Você também me deixa, Greg... - ela arranhou as costas dele. - Mais
rápido!
- Hum... Você quer mais rápido, benzinho? Vou dar o que você quer. Vem
cá... - ele disse saindo dela brevemente. Ajoelhou-se na cama pondo Mabelle de
frente pra ele. Flexionou as pernas dela para trás apoiando os pés em sua
barriga. A segurou pelo quadril voltando a penetra-la tão fundo como antes.
Investia nela com exatidão gemendo junto. - Ah minha gostosa... Me diz que
assim que você queria, hum?
- Oh, Greg... Assim, mon cher! - ela geme alto.
Ele continuo sentindo o interior dela começar a aperta-lo. Suas mãos
descem até o bumbum e apertam com força a cada penetração forte que que fazia.
Mabelle grita alto e chama o nome dele pedindo que não parasse. Gregory sente
sua amada francesa o aperta pra valer quando a onda do orgasmo chega. Ele então
que mantinha a concentração pode se libertar junto a ela. Disse seu nome entre
dentes enquanto gozavam intensamente. Seus corpos ficam trêmulos e arrepiados.
Greg abre as pernas dela permitindo que se esticasse. Gemendo dolorido, ela ri
da própria câimbra. Com um sorriso nos lábios, ele sai dela e deita ao seu lado
depositando um beijo gostoso e cheio de carinho.
- Amo você minha francesa, gostosa... - ele disse no ouvido de Mabelle.
- Eu também amo você, Gregory. - ela revela, ofegante.
Após muitos beijos e carinhos o casal vai tomar banho. Lá os dois não
dispensam mais carinhos debaixo d'água e acabam se amando de novo. Gregory
nunca se sentiu tão bem como estava agora. Mabelle era uma mulher incrível em
todos os sentidos e no sexo não poderia ser diferente. Aquele jeito ousado de
ter o que quer deixa-o muito excitado e faz com que sinta mais próximo a ela.
Então quando estão de volta no quarto, dormem juntos e abraçados.
Continua...
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